Atenção Brasil apresentou reportagem que explica porque 1968 foi “o ano que não terminou”

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O dia 22 de março de 1968, em Paris, ainda ecoa 40 anos depois.

A data virou sinônimo de uma explosão libertária dos jovens universitários franceses, que culminaria com uma revolução de costumes não só na França, mas também no Brasil.

Foi a partir de 22 de março de 1968, com o fechamento da Universidade de Nanterre, que o movimento estudantil ganhou as ruas de Paris.

Inconformados principalmente com a repressão sexual, os jovens franceses lideraram uma série de confrontos com a polícia.

A classe operária juntou-se aos estudantes e retomou as greves e as ocupações de fábricas, resultando em uma onda de violência em maio de 68.

Com pedras e paralelepípedos nas mãos, os manifestantes clamavam por mais liberdade, liderados por um jovem que se tornou símbolo do movimento: Daniel Cohn-Bendit.

Na reportagem que você ouve agora, a repórter Cirley Ribeiro apresenta alguns personagens dessa história e explica porque 1968 foi “o ano que não terminou”...

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