O violonista Yamandú Costa fala sobre a evolução do Choro

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Dizem que Jacob do Bandolim acreditava que o choro não iria longe, depois que ele morresse. Lamentavelmente Jacob morreu ainda muito cedo, em 1969, no entanto o choro brasileiro continua firme. Graças a sua beleza, e também a novas gerações de músicos, o choro atravessou décadas. Alegre, saltitante, e musicalmente sofisticado, atualmente o Choro vem revelando uma nova “safra” de intérpretes jovens e virtuosos. Entre eles, o violonista gaúcho Yamandú Costa Já em pleno terceiro milênio, o choro, surgido no século dezenove deve modernizar-se, ou deve continuar fiel a suas raízes? Ou ainda: fiel a suas raízes ele deve evoluir? Entrevistado pelo produtor Márcio Barker, Yamandú Costa dá a sua opinião.

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