Um aumento vem por ai!
Publicado há 21 semanas por camerini em aumento salarial, brasil, câmara, deputados, política, políticos, vergonha
O Presidente da Camâra dos Deputados, irá colocar em plenario a proposta de aumento nas verbas de representação dos ilustrissímos senhores deputados federais.
Esta verba de representação é aquela que serve para a manutenção dos gabinetes destes nobres senhores.
Qual deveria ser o precentual de aumento no seu entendimento?
Solte o verbo aqui!
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TInha que diminuar conforme a falta de necessidades destes representantes.
VAle lembrar que profissionais de segurança, ainda ganham em média R$ 700,00 mensais . No norte e nordeste do nosso país,o maior capital esta nas mãos de uns vagabundos politicos que comandam tudo, família Sarney no MAranhão e Magalhães na BAhia , este pessoal tem rede de jornais, televisão, radio e o povo lá na área de sáude, principalmente médicos, ganham uma merda de salário o que os obriga a terem jornada tripla. QUando o povo vai acordar com isso ?
Guilherme Moraes dos Santos
Tsc tsc...
Meus Amigos, Guilherme e Samuel,
Conheçam o melô do Congresso que postei no meu blog!
Acho que vale a pena, apenas por alguns minutos rir um pouco deles, já que eles estão sempre rindo de nós!
Abração e o edereço do Bog está aqui abaixo!
Julio Cesar L.Camerini
http://transbrasil.wordpress.com
Como já havíamos antecipado antes:
As despesas da Câmara com o pagamento de verba de gabinete vão ser de R$ 400,1 milhões anuais –sem contar os encargos sociais– a partir deste mês com o reajuste concedido nesta quarta-feira. Por unanimidade, a Mesa Diretora da Casa decidiu elevar de R$ 50,8 mil para R$ 60 mil o valor da verba destinada aos 513 deputados e o pagamento de seus funcionários não-concursados. A iniciativa ganhou elogios no plenário e crítica isolada do PSOL.
“Todas as bancadas apoiaram a decisão da Mesa [Diretora]. Esses servidores vivem de seus vencimentos e têm direito a um reajuste anual. A medida da Mesa é correta”, afirmou o líder do PT na Câmara, Maurício Rands (PE), um dos primeiros a se pronunciar depois do anúncio do reajuste feito pelo presidente da Casa, Arlindo Chinaglia (PT-SP).
Agora aqui a nossa opinião, da Galley
Recentemente um colega de partido deste ilustre senhor Chinaglia, o Senador Paim, apresentou um projeto para que os aposentados pudessem ao menos ter seus verdadeiros direitos respeitados.
Em um dos artigos detse projeto, a equivalência de aumentos nos beneficíos será igual ao do salário minimo!
Este ilustre Deputado, o Chinaglia, já se manifestou contrário á proposta apresentada pelo seu colega de partido.
Agora dá para entender o porque.
Afinal se fazem justiça para com os aposentados deste país não iria sobrar nada para esta ” Festança” que são os gabinetes de deputados em Brasilia, onde um bando de ” cupinchas” sem concurso, lotam os gabinetes, geralmente em agradecimento do Ilustre parlamentar, por estes cupinchas terem pintado rabo de mulas, ou mesmo colado suas fotos em postes em epóca de eleições. o que sem dúvida é uma experiência e tanto para ajudar no crescimento de nosso tão injusto país, cujo slogan DIZ:
” UM País de Todos”, mas acrescento:, ” e um cartão corporativo para poucos!”
Não adianta nem falar para boicotar estes senhores nas próximas eleições, afinal eles sempre estarão de volta, parecem eternos, e sempre com o mesmo objetivo, ir contra áqueles que os elegeram.
QUE VERGONHA SR CHINAGLIA, SR MERCADANTE, SR SUPLICY, o senhores sabem como decepcionar um povo!
Julio Cesar L. Camerini
Julio Cesar L.Camerini
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Uma dica de Livro para vocês conhecerem melhor nossos politícos:
Essa é uma das principais informações do livro "Políticos do Brasil", da Publifolha, resultado de pesquisa feita durante cinco anos pelo jornalista Fernando Rodrigues, da Folha. No mesmo período, segundo dados da Justiça Eleitoral, o ganho patrimonial médio dos reeleitos foi de 41,8% --acima da inflação de 27,2%.
O patrimônio médio dos petistas reeleitos, de R$ 188 mil, é o menor, porém, entre os principais partidos em 2002. O maior valor médio foi declarado pelo PFL, com R$ 3,196 milhões, seguido do PTB, com R$ 2,152 milhões. PSDB, com valor médio de R$ 1,463 milhão, e PMDB, com R$ 1,415 milhão, vêm em seguida.
Rodrigues obteve informações sobre o patrimônio de 3.570 políticos vencedores nas eleições de 1998 e 2002, segundo declarações entregues pelos próprios à Justiça Eleitoral. O conjunto de dados sobre o patrimônio dos políticos eleitos nesse período é inédito --apesar de alguns dados já terem sido divulgados separadamente.
O PSDB tem o eleito em 2002 com o maior patrimônio: o deputado federal Ronaldo Cezar Coelho, que declarou bens no valor de R$ 297 milhões. O segundo lugar ficou com o senador Paulo Octávio (PFL-DF), com R$ 216 milhões. Na lista dos declaradamente mais ricos, não há o nome de políticos tradicionalmente mais conhecidos. Rodrigues diz que uma hipótese para explicar isso é "a pulverização do patrimônio entre os diversos integrantes de uma mesma família com vários eleitos". Além disso, há um problema comum a políticos: muitos não atribuíram valores aos bens.
É o caso do senador Antonio Carlos Magalhães (PFL-BA). Dono de ações de várias empresas, ele lista esses bens, mas não informa seus valores. Não há irregularidade nesse procedimento. A legislação exige dos candidatos informação sobre os seus bens, mas não seu valor.
Em 2002, 18 eleitos (1% do total) tinham juntos R$ 1,131 bilhão, o que representava 50% do patrimônio dos 1.790 eleitos. Outros 281 informaram bens superiores a R$ 1 milhão.
O livro também traz uma lista com o CPF dos 3.570 políticos que tiveram os dados analisados. De posse desse número, qualquer pessoa poderá verificar se o titular tem pendências com a Receita Federal.
Um capítulo do livro apresenta um perfil dos políticos brasileiros. O autor mostra que, em 2002, 70,94% das 144 mulheres eleitas tinham nível superior completo contra 67% dos 1.069 homens eleitos.
"Políticos do Brasil"
Autor: Fernando Rodrigues
Editora: Publifolha
Páginas: 424
Quanto: R$39,90
Onde comprar: Nas principais livrarias, pelo telefone 0800-140090 ou pelo site da Publifolha
Julio Cesar L.Camerini
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