Software Livre no Brasil
Amantes do software livre tem muito o que comemorar, o Brasil está entre os países que mais apoiam a utilização do software livre, tanto em empresas privadas quanto em órgãos públicos.
leia+ >>> http://negocioshoje.blogspot.com/2008/04/software-livre-no-brasil.html
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Primeiramente um abraço pra você Edson e pra todos da nossa querida Marília!!!
Edson, você poderia nos explicar melhor o que é o softwear livre para nós aqui do Radar... Na verdade eu estou por fora do tema!!!
Valeu meu Irmão!!!
Olá Edson ! Que bacana ver alguém da terrinha nos trazendo informação das boas.
Eu tive o prazer de saber bastante sobre o software livre com o Tiago Maluta e com o Ericles do radarcultura, quando estávamos no Campusfesta noIbirapuera.
Acho mesmo muito importante esta divulgação e peço lhe-por favor para comentar mais a respeito pro leitores o quanto isso é bom.
Há teve uma matéria no blógue oficial do campusfesta da Espanha na qual falamos sobre isso tambem: http://www.campus-party.es/blogoficial/?p=449
Valeu ir+mão
Será que a Cuca-fresca e a SofolhaInformática estão usando linux ?
Se vc conhecer o pessoal destas firmas, manda um abraço para galera que muito me ajudaram no meu desenvolvimento.
Guilherme Moraes dos Santos
Software Livre (do inglês Free Software) é o programa de computador que contempla, basicamente, as seguintes liberdades:
1. Rodar o programa (software) como se queira.
2. Estudar o código-fonte e alterá-lo de modo que o programa faça o que se queira.
3. Redistribuir cópias exatas quando se desejar, tanto doando quanto vendendo.
4. Distribuir cópias das suas versões modificadas quando se desejar.
Esses ideais estão incorporados nas chamadas licenças de software, hoje em dia existem dezenas de software livre [1] (mas nem todas respeitam essas 4 liberdades). A mais popular e que respeita estas liberdade é a GPL (GNU Public License) [2] que se encontra na sua versão 3.
Um conceito muito realçado acerca do software livre é com relação ao seu custo. Algumas pessoas, e até alguns promotores do software livre, precisam para de usar o argumento de que ele é de graça como a principal vantagem. Isso é um detalhe. As empresas estão dispostas a pagar por algo que funcione bem e resolva satisfatoriamente o problema delas. O software livre tem que se esforçar em ser realmente bom. Só isto lhe garante posição de destaque, atrai fabricantes, cria comunidade e oportunidade de negócios reais, mesmo tendo custo.
Referências:
[1] Open Source Iniative (http://www.opensource.org/licenses/alphabetical)
[2] Sobre a GPLv3 (http://www.fsf.org/licensing/licenses/gpl.html)
Outras informações (em inglês):
* Free Software Foundation (www.fsf.org)
* Notícias (www.linux.com)
Outras informações (em português):
* Free Software Foundation Latin América (www.fsfla.org)
* Notícias sobre GNU/Linux (http://br-linux.org)
* Portal Software Livre (http://www.softwarelivre.gov.br/)
* O que é software livre? (http://br-linux.org/faq-softwarelivre/)
Tiago Maluta
Obrigado Tiago!!!
Abraços
Tiago nosso irmão !
Você é mesmo um querubim !
Te amo irmão e obrigado pelas gentilezas que vem fazendo com o atendimento gratuito aos amigos que lhe mando pelo msn. Todos eles depois vem me comentar o quando vc foi gentil e o quanto vc os pode ajudar.
Parabêns meu amigo e irmão de luz.
Guilherme Moraes dos Santos
Olá Guilherme e Carlos....parece que vcs conhecem a terrinha aqui....rs
Bom já que eu demorei pra responder o Thiago já deu um bom esboço do que é o software livre...porém gostaria de ressaltar mais o seu conceito.:
O termo Software Livre, em sua originalidade Free Software, se traduzido ao pé da letra pode ser entendido como "Software Grátis", o que não é verdade. O Software Livre traz consigo uma vasta gama de quebra de paradigmas a ponto de não nos darmos conta de que estamos passando por uma evolução tecnológica no que se refere ao oposto Software Livre x Software Proprietário.
Hoje se tem como exemplo em várias corporações de renome e órgãos públicos e federais a presença de Software Livre, pois em um primeiro momento o Software Livre cativa o departamento financeiro de uma empresa, e com o tempo também os usuários de tarefas rotineiras. Os consumidores deste software percebem que é possível se fazer muito mais que não faziam com qualquer outro já utilizado e apaixonam-se pela cultura deste movimento irreversível.
A expressão "Software livre" se refere à liberdade dos usuários executarem, copiarem, distribuírem, estudarem, modificarem e aperfeiçoarem o software.
Os programas livres em primeiro lugar são programas comuns, construídos como quaisquer outros, geralmente em uma linguagem de alto-nível e depois compilados etc. A diferença está nos direitos que o autor dá para outras pessoas fazerem uso deste programa: a licença de uso.
Um programa é software livre se os usuários têm liberdade: ser livre para redistribuir cópias seja com ou sem modificações, seja de graça ou cobrando uma taxa pela distribuição, para qualquer um em qualquer lugar. Ser livre para fazer essas coisas significa (entre outras coisas) que o usuário não tem que pedir ou pagar pela permissão.
De modo que a liberdade de fazer modificações, e de publicar versões aperfeiçoadas, seja significativa, o usuário deve ter acesso ao código-fonte do programa. Portanto, acesso ao código-fonte é uma condição necessária ao software livre.
Para que essas liberdades sejam reais, elas têm que ser irrevogáveis desde que o usuário não faça nada errado; caso o desenvolvedor do software tenha o poder de revogar a licença, mesmo que o usuário não tenha dado motivo, o software não é livre.
Histórico
Em 1983 Richard Stallman, um brilhante programador do MIT, ficou muito aborrecido quando viu o resultado de um trabalho acadêmico em que participara ser vendido pelo MIT a uma empresa e ser "trancado" para sempre por trás de contratos de licença impenetráveis.
Com isto Stallman pediu demissão e formalizou o conceito de software livre em um manifesto no qual apresentava e discutia a definição e a versão inicial da licença de uso de um programa livre: a licença GNU ou GPL. A Licença Pública Geral do GNU é freqüentemente chamada abreviadamente de GNU GPL e é utilizada pela maioria dos programas do GNU assim como muitos outros programas de software livre que não são parte do Projeto GNU. "GPL" significa "General Public License" (Licença Pública Geral). A mais difundida dessas licenças é a GNU General Public License, ou GNU GPL. Só que utilizar software livre não quer dizer utilizar GPL, uma lista de outras licenças pode ser encontrada no link: http://www.gnu.org/licenses/license-list.pt.html e também é importante deixar claro que utilizar GPL para um software não o torna um pacote GNU, para desenvolver um pacote GNU é necessário estar de acordo com o projeto GNU e o desenvolvedor deve ser cadastrado.
O uso de Software Livre em governos tem crescido rapidamente em todo o mundo. A racionalidade por trás dessa opção é a mesma que orienta o crescimento da adoção de Software Livre em organizações privadas: redução de custos, independência de fornecedores e razões técnicas (estabilidade, segurança etc).
No caso brasileiro, a opção pelo Software Livre como programa oficial para o governo foi um pioneirismo do PT, principalmente do governo do RS, e tudo indica que o governo Lula irá dar continuidade ao projeto de adoção e incentivo ao Software Livre. "O governo de Luiz Inácio Lula da Silva manterá a base de programas de informática sob licença, mas apostará fortemente no software de livre circulação (gratuito)", afirmou o principal assessor do presidente brasileiro para a área de tecnologia, Sérgio Rosa (novo presidente do Serpro).
Evidentemente, a opção pelo Software Livre não significa que, a partir de agora, todos os softwares proprietários vão ser retirados dos computadores. Serão necessários estudos de viabilidade principalmente em se tratando de software utilizado pelo governo para os casos em que Software Livre for a melhor opção.
O que é Software Livre?
Software Livre (Free Software) é o software disponível com a permissão para qualquer um usá-lo, copiá-lo, e distribuí-lo, seja na sua forma original ou com modificações, seja gratuitamente ou com custo. Em especial, a possibilidade de modificações implica em que o código fonte esteja disponível. Se um programa é livre, potencialmente ele pode ser incluído em um sistema operacional também livre. E importante não confundir software livre com software grátis porque a liberdade associada ao software livre de copiar, modificar e redistribuir, independe de gratuidade. Existem programas que podem ser obtidos gratuitamente, mas que não podem ser modificados, nem redistribuídos. Por outro lado, existe a possibilidade de uso não-gratuito em todas as categorias listadas no que segue.
Copyleft: A maioria das licenças usadas na publicação de software livre permite que os programas sejam modificados e redistribuídos. Estas práticas são geralmente proibidas pela legislação internacional de copyright, que tenta justamente impedir que alterações e cópias sejam efetuadas sem a autorização do/s autor/es. As licenças que acompanham software livre fazem uso da legislação de copyright para impedir utilização não-autorizada, mas estas licenças definem clara e explicitamente as condições sob as quais cópias, modificações e redistribuições podem ser efetuadas, para garantir as liberdades de modificar e redistribuir o software assim licenciado. A esta versão de copyright, dá-se o nome de copyleft.
GPL: A Licença Pública Geral GNU (GNU General Public License GPL) é a licença que acompanha os pacotes distribuídos pelo Projeto GNU, e mais uma grande variedade de software, incluindo o núcleo do sistema operacional Linux. A formulação da GPL é tal que ao invés de limitar a distribuição do software por ela protegido, ela de fato impede que este software seja integrado em software proprietário. A GPL é baseada na legislação internacional de copyright, o que deve garantir cobertura legal para o software licenciado com a GPL. (veja também a recém publicada licença CC-GNU GPL [Brasil]).
Debian: A licença Debian é parte do contrato social celebrado entre a Debian e a comunidade de usuários de software livre, e é chamada de Debian Free Software Guidelines (DFSG). Em essência, esta licença contém critérios para a distribuição que incluem, além da exigência da publicação do código fonte. Estes critérios são: (a) a redistribuição deve ser livre; (b) o código fonte deve ser incluído e deve poder ser redistribuído; (c) trabalhos derivados devem poder ser redistribuídos sob a mesma licença do original; (d) pode haver restrições quanto a redistribuição do código fonte, se o original foi modificado; (e) a licença não pode discriminar contra qualquer pessoa ou grupo de pessoas, nem quanto a formas de utilização do software; (f) os direitos outorgados não podem depender da distribuição onde o software se encontra; e (g) a licença não pode 'contaminar' outro software.
Open Source: A licença do Open Source Initiative é derivada da Licença Debian, com as menções a Debian removidas.
BSD: A licença BSD cobre as distribuições de software da Berkeley Software Distribution, além de outros programas. Esta é uma licença considerada 'permissiva' porque impõe poucas restrições sobre a forma de uso, alterações e redistribuição do software licenciado. O software pode ser vendido e não há obrigações quanto a inclusão do código fonte, podendo o mesmo ser incluído em software proprietário. Esta licença garante o crédito aos autores do software mas não tenta garantir que trabalhos derivados permanecem como software livre.
X.org: O Consórcio X distribui o X Window System sob uma licença que o faz software livre mas não adere ao copyleft. Existem distribuições sob a licença da X.org que são software livre, e outras distribuições não o são. Existem algumas versões não-livres do sistema de janelas X11 para estações de trabalho e certos dispositivos do IBM-PC que são as unicas funcionais disponíveis, sem similares distribuídos como software livre.
Software em Domínio Público: é software sem copyright. Alguns tipos de cópia, ou versões modificadas, podem não ser livres porque o autor permite que restrições adicionais sejam impostas na redistribuição do original ou de trabalhos derivados.
Software Semi-livre: é software que não é livre, mas é concedida a permissão para que indivíduos o usem, copiem, distribuam e modifiquem, incluindo a distribuição de versões modificadas, desde que o façam sem o propósito de auferir lucros. Exemplos de software semi-livre são as primeiras versões do Internet Explorer da Microsoft, algumas versões dos browsers da Netscape, e o StarOffice.
Freeware: O termo freeware não possui uma definição amplamente aceita, mas é usado com programas que permitem a redistribuição mas não a modificação, e seu código fonte não é disponibilizado. Estes programas não são software livre.
Shareware: é o software disponibilizado com a permissão para que seja redistribuído, mas a sua utilização implica no pagamento pela sua licença. Geralmente, o código fonte não é disponibilizado e portanto modificações são impossíveis.
Software: proprietário é aquele cuja cópia, redistribuição ou modificação são em alguma medida proibidos pelo seu proprietário. Para usar, copiar ou redistribuir, deve-se solicitar permissão ao proprietário, ou pagar para poder fazê-lo.
Software comercial: é o software desenvolvido por uma empresa com o objetivo de lucrar com sua utilização. Note que 'comercial' e 'proprietário' não são o mesmo. A maioria do software comercial é proprietário mas existe software livre que é comercial, e existe software não-livre não-comercial.
Em inglês existem duas expressões para designar o que chamamos, de "Software Livre":
Free Software – essa expressão costuma causar alguma confusão, pois a palavra Free é freqüentemente associada a "grátis" quer dizer preço igual a zero, entendendo como se nós falássemos "software grátis", dando a impressão que é somente gratuito e não livre, por isso toda vez que usam essa expressão eles explicam para evitar confusões.
Open Source Software. – A Open Source Initiative criou esse termo o termo para eliminar a ambigüidade existente entre preço e liberdade e, tentando encorajar o uso do "Software Livre" no ambiente corporativo. Só que o termo Open Source Software, traduzindo "Software de código fonte aberto" também é ambíguo, pois não basta um programa ter o código fonte aberto para ser considerado livre.
Plataformas de "Software Livre" disponíveis
Os profissionais que trabalham com "Softwares Livres" visam sempre à confiabilidade, segurança, portabilidade, padronização, entre outros fatores importantes para um bom funcionamento, comunicação de um Software. No Brasil e no mundo existem várias comunidades de "Software Livre" específicos, dentre os quais pode-se citar alguns:
Sistemas Operacionais: Para equipamentos RISC/IBM existe o AIX Sistema Operacional e para os documentos relativos ao sistema Unix, existe o Unix.
Dentre os livres existem: o FreeBSD Sistema Operacional, da FreeBSD; o Linux Sistema Operacional, do Linux; o OpenBSD Sistema Operacional, do OpenBSD; OpenVMS Sistema Operacional, do OpenVMS.
Aplicativos para escritórios: OpenOffice, StarOfice, KOffice e o GnomeOffice.
Servidores web: Somente o Apache.
Base de Dados: O MySQL e o PostgreSQL.
Ambientes Gráficos: O KDE e o Gnome.
Navegadores web: Mozilla, Galeon, Konqueron.
Antivírus: Somente o AGV.
A grande maioria dos "Softwares Livres" acabam sendo protótipos constantemente aperfeiçoados e modificados para diversas necessidades de cada usuário, dessa maneira visa-se sempre a constante interação e atualização de "Softwares Livres" para objetivos sempre a serem alcançados, devido a constantes mudanças no desenvolvimento dessas tecnologias.
A imprensa têm sido unânime em mostrar o crescimento no uso tanto pessoal quanto corporativo do "Software Livre" no mundo. Muitas corporações têm investido, na pesquisa e desenvolvimento deste tipo de software, como exemplo a IBM, HP/Compaq, Dell, Oracle, Sun.
Com o avanço do "Software Livre" a área de Tecnologia da Informação está presenciando uma mudança que era a venda de licenças até então a remuneração principal de empresas produtoras de software, para um novo modelo no qual a remuneração é realizada pela prestação de serviços (ex: suporte, configurações, adaptações) prestados aos usuários de softwares livres. Algumas empresas que vendem "Softwares Proprietários" já perceberam esta tendência e estão ajustando seu modelo de negócios.
Essa tendência para a adoção de "Softwares Livres", além de algumas corporações, também tem o interesse de vários governos, como o da Venezuela, Brasil, Singapura, Taiwan, Alemanha, China, Índia, Reino Unido, EUA e França. Esses governos não somente buscam os "Softwares livres" devido ao fatos da maioria ser gratuito, mas também pelas suas excelentes qualidades técnicas. Estudos têm comparado o TCO (Total Cost of Ownership) de plataformas utilizando softwares livres com o de plataformas que utilizam "Softwares Proprietários", mostrando que há vantagens em se fazer migrações responsáveis para o "Software Livre".
Mudanças radicais costumam causar resistência, e, portanto uma transição mais suave para o uso de "Software Livre" pode facilitar a adaptação. O melhor a fazer é manter sistemas proprietários rodando e ir substituindo o restante por "Softwares Livres" equivalentes.
Com isso os objetivos são conquistados no caminho para a transição de uma plataforma de "Software Proprietário" para "Software Livre", economizando uma boa quantia em dinheiro e sempre lembrando da confiabilidade e a qualidade dos "Softwares Livres".
O crescimento exponencial da adoção do software livre em universidades, empresas e no setor público aponta para uma demanda muito maior, que é a necessidade de expansão desse modelo no âmbito doméstico, possibilitando também transações comerciais entre as pessoas. Uma pesquisa desenvolvida com 238 empresas, realizada pelo TechLab, mostrou que 78% delas já utilizam o sistema operacional Linux em seus servidores, mas indicadores de crescimento do uso doméstico do software livre ainda são necessários para credenciar sua verdadeira expansão.
O que é Open Office?
Open Office é uma suíte de aplicativos eficiente, estável e de excelente qualidade, é um projeto de código aberto.
Seu desenvolvimento tem sido aperfeiçoado por programadores voluntários entusiastas ao redor de todo mundo, dentre as várias vantagens que o usuário terá em usar o Open Office pode-se destacar algumas: funciona com quase todos os sistemas operacionais, exporta arquivos no formato .pdf, tem compatibilidade com documentos produzidos pelos aplicativos de escritório da Microsoft.
Após dois anos de desenvolvimento e uma dúzia de versões experimentais, finalmente sai a segunda edição do Open Office (OO), o principal concorrente do Microsoft Office em pacotes de escritório. Para quem ainda não conhece, o OO foi criado a partir do antigo Star Office, desenvolvido pela Sun, mas que hoje é vendido pela empresa, apesar de ter praticamente as mesmas funcionalidades do OO.
O Open Office é completamente gratuito, ocupa menos da metade do espaço do concorrente da Microsoft e não possui formatos proprietários de arquivo, ou seja, o usuário não fica dependendo do Windows. O pacote inclui editor de textos, planilha, apresentações, banco de dados e utilitário para equações matemáticas. Tudo à distância de um download com 80 Mb e em 36 idiomas, incluindo português do Brasil.
Para quem testou as edições beta anteriores, não há mudanças significativas na versão final. No entanto, a grande sacada é invisível ao usuário: a adoção do padrão "OpenDocument" para os arquivos criados no OpenOffice. Trata-se de um formato novo, não-proprietário, diferentemente da extensão .doc da Microsoft e - que poderá ser utilizada por uma infinidade de programas e qualquer plataforma Windows, Linux, MacOS, FreeBSD etc.
Mas o Open Office também tem suas falhas graves. Não há um cliente de e-mail para concorrer com o Outlook e, apesar de possuir quase todas os recursos do Microsoft Office, alguns detalhes e- para usuários domésticos - básicos funções avançadas ficaram de fora. A função de "contar palavras" do editor de textos, por exemplo, é pobre e sem informações extras. Um obstáculo considerável para quem depende de textos, relatórios e outros documentos grandes para trabalhar.
CONCLUSÃO
Quando falando sobre o software livre, é melhor evitar o uso de termos como "dado" ou "de graça", porque estes termos implicam que a questão é de preço, não de liberdade. A total acessibilidade desde um simples trabalho utilizando, esse software até a alteração dele para sua otimização conforme necessidades específicas, faz com que surja em diferentes partes do mundo um interesse por essa forma, inovadora, de obtenção de recursos.
Os benefícios de se usar programas livres são vários e entre eles: qualidade, bom suporte (apesar de não haver uma empresa responsável) ou suporte contratado, participação nos destinos do programa muito mais direta (podendo chegar à implementação).
O software livre é uma das bagagens que a internet e a sociedade em rede traz, pode-se ver como o avanço de um novo serviço, que certamente irá influenciar na vida de todos em um futuro próximo.
Bom ...ficou meio grande ...rs.....porém bem explicado...
grande abraço a todos...
Edson
Poxa...Valeu Mesmo em Edson!!!!
Continue com a gente aqui no Radar!!!
Quem sabe numa dessas idas para Marília a gente não bate um papo legal!!!
Abraços meu conterrâneo
Carlos Vergalim