Tom Zé: animação e descontração tomam conta do público

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Ainda eram 21:30h e a frente do palco montado na Casa das Rosas, na Avenida Paulista, já contava com um número relevante de pessoas. Tinha gente de todos os estilos, desde de adolescentes “alternativos” até senhoras de idade a espera de um dos shows mais aguardados da Casa: Tom Zé.
O show estava previsto para as 23h, e enquanto não começa o público se dividia entre garantir um lugar pertinho do palco ou assistir a recitação de poemas feita por Cecília Aimé.
Com no máximo 10 minutos de atraso, Tom Zé entra no palco. A animação toma conta do público. As letras descontraídas e sociais atraem a atenção dos que assistiam ao show, até quem não conhecia as letras já estava cantarolando um verso ou outro.
O show foi levado de maneira descontraída, característica principal do cantor, e teve a duração de uma hora, considerado pouco pelos fãs que pediam por mais.
Tom Zé apresentou seus maiores sucessos, entre ele “Um Oh! e um Ah!”, “Cademar”, “Augusta, Angélica e Consolação” e “Xiquexique”.

Se a intenção foi fazer uma matéria jornalística, faltou as entrevistas e o contato com quem realmente importa: o povo.

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