Rock na República
Domingo, 27 de abril, os termômetros marcavam 25 graus, clima ótimo para escutar um som ao ar livre. O local não poderia ser melhor, no centro de São Paulo, a Praça da República se tornou o reduto do Rock na “Virada Cultural”. No caminho a tradicional feira hippie funcionava normalmente. O gramado estava tomado por roqueiros com seus visuais “dane-se o mundo”, garrafas de vinho na mão, namorada deitada no colo e a nostalgia tomando conta enquanto aguardavam a próxima atração.
O palco decorado ao melhor estilo anos 80, fundo vermelho e discos de vinil pendurados por todo lado, enchiam os olhos com ajuda da iluminação natural do astro Rei.
A galera vibra quando o irreverente Lobão entra em cena. Percebi que a euforia não tomava conta apenas dos adolescentes, mas também de inúmeros quarentões que acompanhados dos filhos vibraram ao ver o ídolo entrar.
Às 16hs, Lobão, vestido com jeans, camisa preta e óculos escuros, exibiu sua coleção de violões e sentado deu início a sua apresentação acústica. Entre as músicas, grandes sucessos como “Essa noite não”, “Vida Louca” e “Me chama”. Para alegria do público e antecipando os famosos e tradicionais gritos de “Toca Raul”, Lobão improvisou “Gita” do velho roqueiro Raul Seixas.
Olhando ao redor dava para perceber a empolgação do público, câmeras registravam o momento, mãos balançavam, e os mais corajosos se penduravam nas árvores para uma melhor visão. Lobão encerra o show, ou pelo menos finge, já que aos gritos de bis volta para aí sim, com chave de ouro encerrar com sua clássica “Vida bandida”.
Final perfeito para bandidos em uma tarde de Rock na Praça.
Neto Bach
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oi gabriel, fui na virada cutural primeiro vi o arnaldo antunes que foi show depois o lobão encerrando com vida bandida foi o maximo e depois ultraje a rigor com essas tres atrações a virada cultural do rock foi a melhor. sabe acompanhei os outros show do sabado pra domingo fiquei a noite inteira vi varios show mas rock e rock