A inflação monopoliza os debates do G8, que acontecem em Osaka, no Japão
Os ministros de finanças das nações mais ricas do mundo estudam, a partir de hoje, os riscos da pressão inflacionária para o crescimento econômico mundial.
Fatores como a alta do petróleo, com o barril beirando os 140 dólares, e o aumento nos preços dos alimentos, ameaçam principalmente os países mais pobres.
Completam o cenário, a persistência da crise hipotecária nos Estados Unidos e a fraqueza do dólar.
No Rio de janeiro, o presidente do Banco Central, Henrique Meirelles, afirmou hoje que a estabilidade de preços é “pilar do desenvolvimento sustentável”.
E reforçou a política de aumento dos juros para segurar a inflação dentro da meta de 4,5 por cento.
Mas a alta dos preços já impacta o bolso do brasileiro, elevando os índices de inadimplência.
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