De caso com a máfia
Seattle – Após assistir nas últimas semanas aos 86 episódios dos The Sopranos, da HBO, considerado o melhor seriado de todos os tempos da TV norte-americana, e também o que mais faturou, e ficar terrificado com o estilo de liderança do chefão Tony Soprano, dá vontade de jogar no lixo idéias holísticas, congruentes, participativas e outros modismos inventados pelos consultores em administração. O estilo “escreveu-não-leu-é-porrada-mesmo” de Tony, que faz análise e tem problemas com a mãe, mesmo depois dela ter morrido, obviamente tem seus exageros, como assassinatos e extorsões, mas é o que se vê, mutatis mutandis, no dia-a-dia das empresas nos Estados Unidos que freqüentam as primeiras posições da Fortune 500.
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