Utopia

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Gostaria de insistir fortemente na questão da utopia, na questão do sonho, da esperança, na questão da ética. Mas mais até do que falar, falar a palavra certa, a palavra que atua, a palavra que transforma é já começar a transformar.
 

Se há um tempo em que a necessidade da luta, da briga para o convencimento de que a esperança não se acaba, de que a história está aí, de que a história não morreu. Para que a história morra é preciso primeiro que mulheres e homens morramos. Aí então a história morre. É preciso sublinhar que a utopia, que o sonho não morreu. Onde quer e quando quer que haja mulher e homem no mundo a esperança continua a fazer parte da sua natureza. Mas hoje diabolicamente há uma ideologia voando e sobrevoando o mundo num discurso pós-moderno que insiste em dizer que a utopia morreu.
 
O que podemos fazer para mudar esse aspecto?

Se auto-conhecer!
Descobrir nossa SEDE e nossa fonte interminável dentro de nós.

Guilherme Moraes dos Santos

A utopia não morreu, mas acredito que está a beira da morte.

A história, assim como a utopia só morre quando morre homens e mulheres, concordo com isso, mas uma morte não significa simplesmente deixar de viver, mas deixar de acreditar, deixar de lutar e se conformar, e infelizmente sinto que é extamente isso que está acontecendo com o ser humano.
A mudança está dentro de nós, mas não queremos a mudança, queremos a REVOLUÇÃO, sim queremos a revolução, mas hoje em dia as pessoa que deveriam acreditar na utopia, e lutar pela revolução, mal sabe o que quer, não conseguem ao menos penetrar num raciocínio um pouco mais complexo, por isso acreditar na utopia, não é simplesmente acreditar na utopia e sim na capacidade do ser humano de lutar por seus objetivos, o que infelizmente diminui a cada dia que passa.

JACQUELINE L. CAVALCANTE

Sob o aspecto sociológico, a morte é um fenômeno inevitável, mas a pessoa não termina ali. As suas ações continuam a surtir efeito, os seus descendentes continuam a sua obra, a sua lembrança permanente na mente dos parentes, amigos e demais participantes da sua existência não se extinguirá nunca mais. Mesmo aqueles que dizem não acreditar na imortalidade, nem por isso rejeitam os ensinamentos, os exemplos e sobretudo os bens deixados por aqueles que os antecederam. A morte faz parte da vida, não é o final desta. Crer nesta possibilidade é a maior energia que nos impulsiona a viver e superar todas as dificuldades.

 
Tiago Maluta

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