Crise no Hospital do Fundão evidencia uma deficiência nos transplantes de órgãos no Brasil

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Uma crise que interrompeu o funcionamento do Hospital Universitário Clementino Fraga Filho, o Hospital do Fundão, do Rio de Janeiro, evidenciou uma deficiência que começa a prejudicar o transplante de órgãos no País.

Ontem, um policial reformado, de 68 anos, que há quatro esperava na fila por um fígado morreu. O falecimento ocorreu no mesmo dia em que o hospital retomou os trabalhos. 

Ricardo Pacheco foi a sexta vítima. Desde que o hospital parou de realizar a cirurgia, por falta de insumos médicos e profissionais, cinco pessoas morreram.

Associações culpam a União pela morte de pacientes. Direção do hospital se defende.

Uma das associações, a Dohe-fígado já entrou com duas ações pedindo apuração e punição dos responsáveis.

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