Marcel Duchamp

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O início do século 21 se depara com questões ambíguas sobre a determinação de que caminho a arte tem que seguir.
A pintura, a escultura e a arquitetura.
A pintura mostra caras antigas, respeitadas, que representaram.
A arquitetura se mostra adepta ao "mais alto possível", desvinculando-se do provável e das questões mais triviais da sociedade.
A "escultura" mostra Marcel Duchamp, com a arte ready made, em exposição no MAM.
O que de fato representa nossa contemporeneidade?
Claro q a visitação a artistas como Duchamp são necessárias, mas o que nos traduz isso? Simples visitação?consciência? Rejuvenecimento?
Sobre qualquer questão, a que proponho no espaço "solte o verbo", é a discussão.

Febo

Oi Febo! Muito legal a sua proposta.

Estava pesquisando e encontrei algumas matérias legais sobre a exposição:

Duchamp foi o primeiro "artista-pensador", diz curadora de mostra sobre artista no MAM
http://diversao.uol.com.br/ultnot/2008/06/29/ult4326u980.jhtm

MAM-SP faz aniversário e ganha Marcel Duchamp de 'presente'
http://g1.globo.com/Noticias/PopArte/0,,MUL646580-7084,00.html

Marcel Duchamp, na comemoração dos 60 anos do MAM - 'Uma Obra Que Não é Uma Obra ‘de Arte’ abre na 4.ª para o público e lançar olhar atento sobre obra do artista
http://www.estadao.com.br/arteelazer/not_art205751,0.htm

Olá Febo !

Linda sua colocação. Meus parabêns !
Na minha opinião, a arte não deve ter paralelo e sua manifestação pode ser vista como o grau de amor expresso em uma materialização.
O diferencial de respeito, de amor e de gratidão é o que qualifica uma obra e esse é o fantastico expressar que permite a constante reflexão mesmo que subconsciente de nossa evolução e/ou regressão.

Guilherme Moraes dos Santos

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