Aborto
Olá pessoal, no histórico de conversas verifiquei que o tema do Aborto foi discutido poucas vezes. A última conversa foi proposta pela Gioconda e data de 18 semanas atrás (http://www.radarcultura.com.br/node/11026). De lá pra cá o Radar Cultura cresceu em participação, gostaria novamente de levantar esse tema e através dos comentários engendrar um debate.
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Olá Irmão !
Este assunto é bastante polêmico!
Na minha opinião o aborto é uma atitude no qual a mãe tem o livre arbítrio de discernir o seu poder de criação.
ESte tipo de ação em diversas culturas podem acontecer ou não, mas na minha opinião, dentro de cada um, existe uma consciência sincronizada com a verdade de sua atuação e ação. Na passagem de nossas vidas é que poderemos saber sober nossos atos.
NOssa consciência é um manifesto elemental que pode muito bem, determinar sua conduta e por ela moldar seu caminho nesta vida que nos foi cedida pela natureza e por nossa mãe.
Guilherme Moraes dos Santos
Recebi de uma amiga hoje esse texto, irá contribuir nas discussões:
'Doutor, o senhor terá de me ajudar num problema muito sério. Este meu bebê ainda não completou um ano e estou grávida novamente. Não quero filhos em tão curto espaço de tempo, mas sim num espaço grande entre um e outro. E então o médico perguntou:
- Muito bem. E o quê a senhora quer que eu faça?
A mulher, já esperançosa, respondeu:
- Desejo interromper esta gravidez e conto com a ajuda do senhor.
O médico então pensou um pouco e depois do seu silêncio disse a mulher:
- Acho que tenho um método melhor para solucionar o problema. E é menos perigoso para a senhora. A mulher sorriu, acreditando que o médico aceitaria seu pedido.
E então ele completou:
- Veja bem, minha senhora, para não ter de ficar com os dois bebês de
uma vez, em tão curto espaço de tempo, vamos matar este que está em seus braços.
Assim, o outro poderá nascer. Se o caso é matar, não há diferença para
mim entre um e outro. Até porque sacrificar este que a senhora tem nos
braços é mais fácil, pois a senhora não correrá nenhum risco.
A mulher apavorou-se e disse:
- Não doutor! Que horror! Matar uma criança é um crime!
O médico sorriu e, depois de algumas considerações, viu que a sua lição surtira efeito. Convenceu a mãe que não há menor diferença entre matar a criança já nascida e matar uma criança ainda por nascer, mas viva no seio materno.
Tiago Maluta
Estudante Representante dos alunos de Pedagogia (www.uab.ufscar.br)
Muito bom esse exemplo citado pelo Tiago Maluta, por essas e outras sou contrário ao aborto, chegou-se ao ponto de acreditar que isso é questão de conveniência e se esqueceu que estará matando um ser em plena formação.
Pelo direito ao nascer de tod@s, não ao aborto!