Civilização humana, extinção!
Conquista, Megatrilha e Mais Ação.
Oi pessoal já estamos passando um sufoco pra tentar reduzir a emissão de carbono, por favor eliminem a divulgação de esporte motor.
As mídias podiam dar o arranque.
Estamos eliminando a produção de geradores movidos a óleo ou gás. Estamos reduzindo a produção de automóveis poluidores, a Europa esta sinalizando grandes mudanças, sejam mais avançados e dêem a rota para que a civilização humana assim como os dinos fiquem por aqui só como fósseis.
Um abraço.
- nenhum comentário




Exemplo a ser seguido.
Em pleno Século 21, um automóvel médio desperdiça cerca de 99% da energia consumida, ou seja, do combustível adicionado apenas 1% é efetivamente usado para mover um motorista.
Apesar de todo aspecto moderno, o automóvel é um dos equipamentos menos eficientes que existem. De fato, a concepção do motor à combustão interna é a mesma do primeiro automóvel, fabricado há mais de 120 anos.
É difícil de acreditar, mas em pleno Século 21, um automóvel médio desperdiça cerca de 99% da energia consumida, ou seja, do combustível adicionado apenas 1% é efetivamente usado para mover um motorista. Mas como isso ocorre?
Apenas 1/8 da energia consumida chega às rodas do veículo. O resto é perdido no aquecimento do motor, transmissão, acessórios e quando o automóvel está parado com o motor ligado. E desse 1/8 metade se perde no aquecimento dos pneus e no deslocamento de ar. Portanto, somente cerca de 6% da energia gasta efetivamente acelera o veículo.
Todavia, 95% da massa a ser acelerada é o carro e não o motorista. Assim, apenas cerca de 1% do combustível é usado para movimentar um motorista. É como se de cada R$ 100,00 que colocamos de combustível R$ 99,00 fossem para o lixo.
Lendo uma matéria sobre os números da população humana, demonstrava que estamos caminhando pra falência de recursos naturais.
Ao contrário das formigas e das abelhas, os seres humanos geralmente vivem em grupos pequenos, familiares, bem isolados uns dos outros. E aí você pergunta: como assim? E as cidades? E as metrópoles ao redor do mundo, uma mais imensa que a outra, aquelas enormes manchas de eletricidade visíveis do espaço onde milhões de pessoas se amontoam umas nas outras? Ora bolas, as cidades. Cidades são exceções na história humana. Desde que o primeiro humano pisou a Terra num canto esquecido da África, 100 mil anos atrás, a enorme maioria dos Homo sapiens viveu na roça, no mato, no campo. A enorme maioria das pessoas que já existiram teve uma existência rural ou selvagem e viveu a vida produzindo sua comida, dormindo e acordando ao sabor da luz do sol, convivendo com apenas um punhado de pessoas, sempre as mesmas, a vida inteira.
O ser humano é, como regra, uma espécie rural. Foi só nos últimos milênios que descobrimos o conforto de viver numa cidade. E, mesmo então, gente "da cidade", como eu e muito provavelmente você, sempre fomos uma exceção nesta nossa espécie rural. Sempre fomos minoria. Na verdade, ao longo de dezenas de milhares de anos, a população urbana nunca passou de um terço do total de pessoas. Em 1950, ela era de 30%. Mas, de lá para cá, ela não parou de aumentar. A ONU calcula que, depois de 100 mil anos de maioria rural, a população urbana chegou a 50% em maio de 2007. E agora, pela primeira vez desde o Big Bang, somos maioria. Há mais gente vivendo em cidades que no campo neste mundão. Mas isso não apaga o fato de que somos uma espécie mais dada à vida rural que à urbana.
A evolução nos construiu para plantar, capinar, colher, caçar, fofocar, coçar o dedão. Não para googlar, dirigir e falar no celular - isso aí ainda estamos aprendendo. Nossa vida tecnológica e urbana é uma raridade na história da humanidade. Mesmo assim, é nas cidades que os lances mais emocionantes da história humana acontecem. É que cidades são lugares incríveis. Nelas, as coisas ficam perto umas das outras. As pessoas ficam perto umas das outras. Isso permite que tenhamos vidas riquíssimas, que seriam impossíveis num meio de mato.
Podemos aprender com milhares de pessoas diferentes, circular entre culturas, trocar idéias. Podemos mudar de interesses um trilhão de vezes, em vez de passar décadas submetidos ao mesmo monótono calendário ditado pelas estações do ano, que determinam o plantio e a colheita. Tudo isso é fascinante.
Mas não faz sentido viver numa cidade se não formos aproveitar o que ela tem de bom. Se formos nos trancar em nossas casas, e não andarmos nas ruas, não vamos encontrar os outros, aprender com eles. Se nos dispersarmos com a quantidade de informação, não vamos nos concentrar em nada, e o que a cidade tem de fantástico vira ruído. Se formos nos domesticar por um empreguinho e nos acomodarmos com o fato de que precisamos do salário, toda essa riqueza desaparece de nossas vidas. Se entupirmos as ruas com carros e lixo, com câmeras de segurança e muros, aí ninguém se encontra, ninguém troca. E a cidade não serve para nada.
Denis Russo Burgierman é jornalista e queria que o mundo mudasse, mas não sabe bem o quê. mundolivre@abril.com.br
Pois é Lindinho !
Aqui em São Sebastião, estamos a começar aulas sobre como fazer o uso de óleo vegetal puro e ou óleo animal no caso daqui resíduo de peixes para criar combustível sem uso de derivados de alcool ou petróleo. Este na verdade é o processo que Rudolf Diesel inventou antes de ser assassinado. O motor de Rodolf Diesel foi projetado paar ser usado com matéria prima natural e não esta enganação de Gasolina u derivado no qual absurdamente chamamos de diesel.
Guilherme Moraes dos Santos