Crise americana
O setor imobiliário americano foi realmente o início de tudo, as construções de casas novas em queda e consequentemente a vendas das mesmas, parece que não, mas esse negócio representa, ou melhor, representava 4% do PIB americano.
O acesso ao crédito cada vez à mais pessoas, faz com que os consumidores assumam cada vez mais dívidas, a consequencia disso começa a aparecer agora com bancos americanos “quebrando”. Dá para imaginar um banco “quebrar”? Imagine aqui no Brasil um banco “quebrando”, imagine milhões de títulos de capitalização de consumidores indo por água abaixo. Quem ira pagar tudo isso?. O Estado que não vai ser. Este exemplo é apenas para nós imaginarmos a grandiosidade que é um banco “quebrar” hoje.
Pois então, fundado há 158 anos, Lehman Brothers era um símbolo da econômia dos Estados Unidos, quarto maior banco do país quebrou com US$ 613 bilhões em dívidas. O banco pediu ajuda do governo americano, mas depois de socorrer as gigantes do setor imobiliárioFreddie Mac e Fannie Mae, o governo dessa vez disse não.
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UM dia a casa tem que voltar a ser o que é !
Se todos os bancos quebrarem, o mundo pode ficar livre de um baita problema. Ufa !!
Guilherme Moraes dos Santos
Isso mostra que a maior Economia do Mundo, não é a economia mais organizada do Mundo, pelo que esta acontecendo, os numeros dos Balanços das Empresas e ou Bancos, não representam a realidade de seu Patrimonio, estão maquiados sujeitos a erros,desvios, roubos, tendo como consequencia a Ativos Podres e Passivos Ficticios, se os orgãos de Fiscalização competente, não agirem a tempo e com maior rigor, o Sistema Capitalista pode estar correndo um Sério Risco de ter uma Quebradeira Geral.
La economía mundial y en concreto la de los Estados Unidos es la muestra más clara de cómo funciona el sistema capitalista. Cuando hay beneficios, éstos son privados y cuando hay pérdidas, se socializan, es decir, se reparten entre todos y las pagamos de nuestro bolsillo a través del Estado.
Si esta crisis sirve para que los gobiernos controlen más y mejor los brokers de Wall Street, quizás hayamos conseguido algo.
Los ricos cada vez serán más ricos - recordemos que los causantes de este lío cobrarán indemnizaciones multimillonarias cuando los despidan de bancos como Lehman & Brothers - y el resto (en este caso, los ciudadanos norteamericanos) pagarán los excesos de avaricia de unos pocos.
Si al final se aprueba el plan salvarán la situación, pero deberán cambiar las cosas en el sistema capitalista, sino, pronto estaremos en la misma situación.
Acho, se me permitem, que não dá para esquecer que financiar guerras como o gov.americano está sempre fazendo (Iraque e antes Afeganistão), tem um custo imenso em termos humanos e até em termos de dinheiro mesmo. Além do que não produz nada, exceto desgraça.
Deixe-me retificar porque o negócio é "disgraça" mesmo e não como saiu aí acima.
Em resumo, promover guerra sempre foi lucrativo para um setor bem ínfimo (porém bem articulado politicamente) da sociedade americana; aqueles que fabricam armas e os que se beneficiam fornecendo material para soldados ou pegando fatias do mercado dos países ocupados.
Só que financiar todo um contingente militar e ocupação em terras estrangeiras tem saído muito caro para o governo Bush. O dinheiro acaba sendo pouco para investir nos setores realmente produtivos (o que devia ter sido feito há tempos mas... demorou, né?)
Não é que se escreve com "e" e não com "i"! Então é "desgraça" mesmo (eu tinha acertado na primeira), e juro que não retifico mais prá não desgraçar os meus comentários.