Nerd: a mais nova moda?
hoje acompanahando o Campus Party pude realmente ver o quanto ser NERD esta na moda.
Desde adolecente, talvez ainda desde criança, sempre fui rotulado como o nerd da turma. E era algo negativo, um rótulo ruim. Amizades eram dificeis de serem feitas e sofria muito preconceito.
Mas eu adorava ser nerd mesmo assim, lia X-Men, assistia desenhos, varava noites alterando comandos e mensagens do DOS, antigo sistema operacional da Microsoft, ia a casa de amigos com meu computador com 32 megabytes de RAM para montar uma rede, montar uma lan party e jogar Quake e StarCraft até a vista não aguentar mais, enquanto comiamos uma pizza oleosa de muzzarela ou batata frita com maionese.
Tudo isso era visto como algo fora do normal.
Agora SER NERD É ESTAR NA MODA. É legal ser nerd. Series como Friends e SienField, por exemplo, deram lugares a novos sucessos como Heroes e Lost.
Entendendo que nerd é aquele que se interessa por qualquer coisa, intensamente, desde coleção de figurinhas e selos até matemática, proponho um debate sobre esse tema. Diga a todos aqui qual seu ponto de vista, o que acha de tudo isso.
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POis é meu amigo !!! vocês nerds, são integrados de certa forma com o que é de melhor para manter a tecnologia a favor de nossos bens e serviços. Fiquei muito feliz de conhecê-lo e ver muitos engajados nos softwares livres, nos projetos de desenvolvimenot de nosso país e tive a certeza que só somos esta grande potencias em uso de internet e de desenvolvimento de arte gráfica, porque vcs são especialistas em trocar dados quando impulsionados por amigos. ate o momento todos que conheci apresentaram um caráter de dedicação e de liberdade de fornecer idéias e apoio neste campo universal. O radarcultura é um projeto de criação de uma rapaz que me parece novinho, taçvez uns 26 anos e sua habilidade nos colocou uma ferramenta de uso muito importante.
Ser nerd é ser um lider de apoio com a simplicidade e humildade de integração com todos todo momento. Parabêns para vocês.
Guilherme Moraes dos Santos
Este nome també é dado a qualquer pessoa que goste de ler e que se interesse em aprender.
Também sempre fui chamada assim na escola e, como você, sempre sofri preconceito e várias humilhações.
Esta atitude é reflexo da falta de capacidade de quem tem o hábito de discriminar quem sabe usar suas habilidades, além de também refletir a péssima criação dada pelos pais, que se conformam com uma educação pela metade, um aprendizado pela metade e, em conseqüência, com os filhos que possuem caráter pela metade.
Só digo uma coisa, por experiência própria: as pessoas que me maltrataram quando eu era pequena não servem para nada até hoje, enquanto eu só tive benefícios em ser isso que eles chamam de "nerd": entrei na USP sem fazer cursinho, aprendi a ler com três anos de idade e tenho muito a oferecer ao país e o mundo, assim como todos os que também levam este rótulo.
Já as pessoas com este pensamento pobre e burro... bem, estas limitam-se a assistir ao Big Brother, a andar em bandos para se sentirem mais fortes, a comer no Mc Donald's e a falar bobagens o tempo todo... O que essas pessoas têm a oferecer? Apenas mais idiotice...
Carmem Carolina Rodrigues de Toledo
http://carmemtoledo.blogspot.com
Olá elicelso, entendo seu conceito da palavra nerd. Respeito quem a utiliza mas não aceito. E digo o porquê. É utilizado pela imprensa de modo pejorativo para depreciar. Concordo com sua definição, mas prefiro utilizar palavras como pesquisador ou entusiasta, e em inglês: geek ou .
Tiago Maluta
(...),e em inglês: geek ou hacker.
Tiago Maluta
Graças aos Nerds, assistimos televisão,escutamos a rádio, temos , curamos pessoas, fazemos livros,e principalmente: ligamos pessoas através da maior ferramenta humana que é a internet. Esta nos permite sempre estar com todos. Somos os maiores formadores de apoio e união entre pessoas através de muito esforço e de muita dedicação em fazer programas que apoiam o maior progresso da vida que é manter a vida cada vez mais .
Guilherme Moraes dos Santos
Peço desculpas se fui grosseira ou precipitada no comentário acima. Penso que me deixei tomar pela emoção.
Acontece que JÁ ESTOU CHEIA DE TANTA IDIOTICE E FUTILIDADE NO MUNDO! ESTOU FARTA DE SER CHAMADA POR APELIDOS IDIOTAS POR COMPLEXADOS POR SEREM "NORMAIS".
Eu apenas quero saber o que esses "iguais" pretendem fazer pelo mundo, se não sabem sequer cuidar de si mesmos e não conseguem pensar em nada novo.
Carmem Carolina Rodrigues de Toledo
(Estudante de Graduação em Filosofia - USP)
Além disso, alguém que não tem respeito por ninguém desde a infância não sabe nem mesmo por que veio ao mundo.
Não pasam de IDIOTAS.
Desculpem e obrigada.
Carmem Carolina Rodrigues de Toledo
(Estudante de Graduação em Filosofia - USP)
Nunca fui nerd... Nunca se quer fui chamado de nerd... Mas entendo a expressão vinda de alguem que se diz não ser nerd como uma espécie de complexo por se sentir inferior e sem cérebro... Tudo que aprendí foi escolhido por mim, pois sempre decidi por mim mesmo o que queria fazer e me sentir no direito de mudar os meus rumos... Tambem ja ingressei em uma faculdade (Unesp de Marília) sem cursinho, aprendí a ler com cinco anos de idade e não completei o curso de filosofia por minha própria decisão... Acredito que o rótulo de nerd (ao menos na minha época de estudos) eram para aqueles estudantes muito tímidos que só tiravam 10 e sofria na mão daqueles que se julgavam "espertos" e "descolados"... Eu detesto rótulos... Essa idéia de que nerd esta na moda não me surte efeito algum... Devemos deixar de lado esse rótulos e pensarmos que todos são iguais e importantes da mesma maneira... O Preconceito é o que acaba conosco...
palavras, definições, rótulos... eu não sou nerd, não sou hacker, sou EU. Complexo d + pra ser definido em uma palavra que muitos nem sabe ao certo o que significa. Concordo em uma coisa, essa palavra está na moda e como tal vai ser usada a toda hora em diversos sentidos até cansar e encontrarem outra.
Até encontrarem outra tão pobre quanto esta, que, na verdade, não quer dizer nada.
Como disse o Carlos Vergalim, cada um é da maneira que acha correta, cada um segue o caminho que pensa ser o certo e todos devem ser respeitados por suas escolhas.
O que acho curioso é o seguinte: se estas pessoas que se julgam "normais" acham que estão seguindo o caminho certo, então, por que se rebelam contra os que são diferentes? Afinal, se eles estão satisfeitos com sua maneira de ser, não deveriam se revoltar ao ponto de humilhar, maltratar e até bater em quem é diferente deles.
O que não pode ocorrer é passividade por parte de quem sofre humilhações e maus-tratos por conta disso. A verdade tem de ser dita sempre e as escolas precisam ser pressionadas para que não seja mais aceita esta atitude, afinal, quem está errado é sempre protegido pela direção, pelos psicólogos e pedagogos da escola. Pelo menos, comigo, sempre foi assim. Eu sempre fui a "estranha", a "que tinha problema" e ainda era cobrada por alguns professores, que queriam que eu "interagisse com a sala" (o detalhe é que "interagir com a sala" significava passar cola, fazer bagunça quando todos estavam fazendo e ficar quieta diante das humilhações).
Carmem Carolina Rodrigues de Toledo
(Estudante de Graduação em Filosofia - USP)
Acredito que o mais interessante é ser acertivo. Seja na fala, na escrita e até nas publicações com o uso do simbologismo, é necessário sermos acertivos. Acertivos quer dizer: publicar sem ser ou ter preconceitos de quarquer gêneros e coisas.
Por isso, é muito importante nos policiarmos ao escrever ou falar qualquer coisa. E é claro que ninguém é perfeito. Todos nós somos dignos de errar em qualquer momento de nossa vida.
O que mais acho curioso são as pessoas dizerem que estudaram em determinadas universidades, e ai parece que vejo uma serta prepotensa em razão disso. Estudei em universidades Particulares (Graduação em Enfermagem na Universidade e Faculdade Integradas de Guarulhos - UNIFIG) e (Pós Graduação em Cardiologia na Universidade São Camilo - USC) e sou respeitado por toda sociedade. Parece que todos tem sua importância nesse mundo em que vivemos; É só dar oportunidade e estimular e valorizar o desenvolvimento social. Todos criam coisas importante para o mundo é só deixar participarem. Laboratório para todos os nerds. Descupem para todas pessoas. Abraços.........
Perdão Rodrigo
Quando algumas pesoas citam os nomes de universidades aqui não ha, ao menos por minha parte, prepotência alguma. Você tem razão, todos nós podemos errar. Talvez o erro aqui foi a comunicação. Algumas vezes fazemos comentarios carregados de paixão e fervor, principalmente quando tocam no preconceito. Estudar em uma universidade publica não significa que é melhor que outro que estuda em uma universidade particular. O ensino em uma universidade pública pode ser suspeito, pois sabemos que a qualidade de ensino destas estão sucateadas. Concordo que temos que tomar cuidado em como dizer e expressar os pensamentos, assim como se deve o cuidado ao fazer julgamentos. Dizer que alguem está sendo prepotente é um julgamento que requer juizos aprofundados.
Outra coisa que concordo: Ninguém é melhor que nimguém. O caso aqui é sobre rótulos e modismos que algumas pesoas se ofendem quando são inseridos neles. Muitos de nós, inclusive eu, erro ao escrever e me comuniocar. Quando ví, já foi...
Hoje o respeito não se avalia por títulos ou por onde se seguiu sua trajetória. Acredito que o respeito é demonstrasdo pelo carater, coisa que acredito que temos... Todo mundo erra e ninguém é perfeito. Poderiamos falar menos e agir mais.
Perdoe-me novamente pela minha pseudo-prepotencia aqui expressado de forma equivocada... É isso, devemos ser menos equivocados.
Muitissimo obrigado e muita paz
Carlos Alberto Vergalim
violeiro
Realmente, cada um tem seu valor. E é por isso que deve haver mais respeito entre todos e que deve haver uma melhor consciência das pessoas, para que estas pessoas que são verdadeiras fábricas de palavras vazias parem de seguir a triste fábula da "raposa e das uvas", de criticar aquilo que não conseguem alcançar.
E esta é a realidade dessas pessoas que insistem em achar que é certo colocar apelidos pejorativos e maltratar quem consegue o que eles não conseguem.
Cada um tem seu desenvolvimento e isso deve ser respeitado. Acontece que, quando se fala muito em momento errado, e quando se humilha alguém por ter mais conhecimentos, deve-se ouvir aquilo que incomoda. E se se sentem incomodadas ao saberem de nossos êxitos, é porque devem parar para pensar se sua forma de vida está correta.
Por isso, quando se fala nessas pessoas que nos humilharam, não se trata de prepotência alguma dizermos aquilo que conseguimos, mas da verdade, que precisa ser dita até que essas mentes vazias compreendam que as humilhações que elas realizaram conosco não levaram a lugar nenhum: somente nos fizeram crescer mais.
Quem se incomodar que revise sua maneira de pensar e de viver. Se alguém se diz feliz em sua posição de "normal", que também ache normal o êxito dos outros (êxitos estes que não são segredo a ninguém e não podem ser contestados).
E que, realmente, toda a sociedade passe a respeitar as pessoas independente de sua origem, opinião e desenvolvimento. Infelizmente, não é o que se vê.
Também conheço muitas pessoas que, apesar de não serem chamadas através desses rótulos e de terem um desenvolvimento mais lento, respeitam os demais. Estas, sim, terão uma ótima formação, independente de onde estudam e de onde vieram, porque possuem algo fundamental: respeito e boa vontade, além de compreenderem o que queremos dizer. Estas pessoas costumam ter conhecimentos incríveis, exatamente por não possuírem nenhuma névoa em frente a seus olhos. Gostam de aprender e não têm preconceitos. Estas pessoas são Seres Humanos que, devagar, mudarão o mundo para melhor, enquanto os demais (aqueles preconceituosos sobre os quais falávamos) procuram, o tempo todo, justificativas pobres para esconder sua ignorância e seu pouco conhecimento (que é voluntário).
Carmem Carolina Rodrigues de Toledo
(Estudante de Graduação em Filosofia - USP)
Perdão pelo meu português ruim
Além disso, há pessoas geniais que são autodidatas, sequer ingressam em qualquer Universidade, além de existirem muitos que não completaram sequer o antigo Primário, mas que têm respeito por todos e tratam todos como iguais.
Se me permitem citar um exemplo daqui mesmo, do Radar Cultura, temos o Caetano Silva, que já disse ter até o Ensino Médio e, no entanto, possui mais conhecimentos do que muitos que conheço lá da USP mesmo. Ele possui respeito por todos e ainda faz comque abramos os olhos para nossos defeitos. Cabe a cada um aceitar ou não. E também cabe a cada um ter a humildade suficiente para saber quando deve acatar o que alguém diz, ou quando deve se calar por não conhecer algo. E é isso que esses preconceituosos não sabem fazer. Eles querem ganhar sempre, através da ignorância.
Carmem Carolina Rodrigues de Toledo
(Estudante de Graduação em Filosofia - USP)
Mais uma coisa: os êxitos devem, sim, ser ditos e seguidos por quem tem vontade de melhorar sempre.
E, no meu caso, assim como o Carlos Vergalim, também não escrevi para ofender ninguém, mas apenas para mencionar apenas uma de minhas várias vitórias. Para mim, foi um comentário como outro qualquer. Isso não é prepotência.
Carmem Carolina Rodrigues de Toledo
(Estudante de Graduação em Filosofia - USP)
Ola a todos.
Gostaria de deixar aqui o meu ponto de vista. (nerd ou nao, preconceituoso ou nao, mas MEU)
Nao sei pq os "nerds" ficam tao bravos em serem chamados de "nerds". o que é ser nerds ?
Bom, eu nunca fui mal-tratado (como nossa amiga Carmem diz ter sido), e chego até me afeiçoar ao discurso carregado de emoçoes dela. Mas paro e penso, ela diz tanto, prega tanto contra as indeferenças e aos mal-tratos aos nerds que chego ateh ser contra a ela.
Olhem, ela diz que venceu na vida, otemo a ela, mas nao sao todos que conseguem, eu mesmo nao me considero um nerds e sim um acficionado por tecnologia.
Eu fico ateh com um pe atras com relação a nossa amiga Carmem pois pelo curso que ela mostra fazer em sua assinatura, posso ateh ta errado, mas eh o curso das duvidas como meu professor que deu essa materia a mim disse.
O modo de escvrita e tals preconceituoso e na minha opiniao prepotente e arrogante (desculpe Carmem mas isso que consegui ler no seu discurso) chega a me da raiva.
Mas vontando a pergunta proposta pelo colega elicelso, nao creio que ser nerds eh uma tendencia da moda, e nem tao pouco uma moda. Pois a moda eh brega, algo que sempre precisa mudar pra ser bonito mas nunca fica bonito, ela eh brega.
Ser nerds pode ateh ser tido como uma maneira de vida como outra qualquer.
Bom, desculpe-me pela retaliação pessoal Carmem, espero nao ter "arrumado" uma inimiga e sim uma amiga que se propoe a discursar mais e mais comigo, posi eu adoro discursos.
Pedro Baccarin
Graduando em Sistemas de Informação, pela Universidade Metodista de Piracicaba (UNIMEP)
Obrigado, Carmem, pelo elogio, que acho acho até meio exagerado. Quanto aos autodidatas você está corretíssima. Tive a oportunidade de trabalhar com um jornalista, de nome João Albano, que o era. Educação formal ele só teve até o terceiro ano do (antigo) primário. Foi um excelente profissional, tinha um texto impecável, e até mesmo recebeu um prêmio Esso de Jornalismo. Ah, sim! Como a maioria dos autodidatas, João, cujo paradeiro ignoro há anos, era inteligentíssimo. Já o preconceito é cultural, vem do berço, como também a educação e os bons modos. Não há escola que os possa dar, infelizmente.
Eu fui tido, havido e chamado CDF durante meus anos escolares. Não havia, ou o desconhecíamos, o termo Nerd. Na verdade isso ocorria por razões originadas na ignorância dos meus colegas (que pena não ser possível escolhê-los!). As casualidades da genética equiparam-me com cérebro e memória privilegiados. Sou medianamente preguiçoso, como qualquer pessoa normal, e cedo descobri que se assistisse às aulas focando a atenção no professor, e no assunto dado, aprenderia de imediato. Foi o que fiz, claro que com resultados maravilhosos. As notas altas constantes, inicialmente motivo de inveja, rapidamente passaram a provocar chacotas. Aqueles imbecis jamais perceberam que eu era tão preguiçoso quanto eles, mas muito mais inteligente. Já te ocorreu, Carmem, que o que te acontece seja motivado pela inveja?
Pedro, muito pelo contrário: você não arrumou nenhuma inimiga, pois estamos aqui para debater e toda e qualquer opinião contrária que surge é muito saudável para que possamos desenvolver nossa percepção do mundo e até mudar nosso ponto de vista.
Eu apenas não concordo com você que haja prepotência em meu discurso. Afinal, se todos são iguais, qual a diferença se eu escrever que sou desta ou daquela universidade, ou se não fosse de nenhuma e escrevesse outra coisa?
Além disso, se vocês lerem novamente não apenas os meus comentários como os dos demais, compreenderão o teor da conversa e verão que não há intenção alguma em diminuir ninguém. Aliás, isso é uma coisa que eu nunca fiz em toda minha vida.
Sempre fui reservada, sempre falei muito pouco. E se agora faço discursos, eles são destinados a quem está predisposto a mudar - assim como eu estou a partir dos ensinamentos de outras pessoas que têm algo a oferecer.
Eu fui muito maltratada sim, e principalmente por ser quieta. E, infelizmente, todos sabem muito bem que isso ocorre, de fato, a todos os que se paresentam com comportamentos diferentes dos demais.
Nada do que escrevi carrega preconceito; muito pelo contrário: o que estou fazendo e propondo é que ninguém mais aceite este tipo de desrespeito que, pelo que vejo, é crescente e tem de acabar.
Preconceito é emitir juízos sobre o que não conhecemos e temos medo de conhecer; é se prender a mínimos detalhes que não acrescentam nada ao caráter de alguém.
Enquanto todos ficarem quietos e se mantiverem passivos em relação a maus-tratos, este tipo de problema tenderá a permanecer: algo que interessa a quem não quer que sejamos críticos.
Caetano, acredito que seja mais por desconhecimento de suas próprias habilidades ocultas que essas pessoas agem desta maneira. Como eu e outros já dissemos, esta atitude não passa de ignorância. Felizmente, muitas dessas pessoas, um dia, compreendem que o que fizeram não levou a nada e que não ganharam absolutamente nada com isso. Afinal, a maturidade um dia chega, não é?
Obrigada a todos.
Carmem Carolina Rodrigues de Toledo
(Estudante de Graduação em Filosofia - USP)
PS.: "paresentam" é "apresentam" (quase igual)
Carmem Carolina Rodrigues de Toledo
Sorry Carmem, contra emoção não há razão !
É que realmente as populações de classe menos favorecidas estão cada vez mais preocupados com seu trabalho após sua formação. Pois se percebe que os únicos que tem o salário melhor são os que estudaram na usp. E, como eu sei que tú sabes que nosso Estado evolui muito melhor com a inclusão de todos, fico menos preocupado. Mesmo assim vou deixar uma questão: Sabes porque só alguns cursos são mais concorridos que os outros. E não é pelo grau de importância social em! resp:São as profissionais, que por enquanto, são as que tem melhor salário. Isso ainda é reflexo da colonização, onde era chique ser médico, advogado e engenheiro. Sou Enfermeiro. sempre apoiei e continuo a inclusão da nutrição, psicologia, fisioterapia, sociologia, fonodiologia e etc - na área de saúde. Mas não sei se percebeu ontem dia 20/02/08 que os méritos vão sempre para os médicos. Dai dá para ver as injustiças que se pratica nos meios de comunicação, favorecendo só a quem tem dinheiro. Tú percebestes a inclusão dessas profissôes até nos convênios. Quem deveria levar toda essa fama? Um novo Nerd! Não venham falar que é autopromoção hem Risos.......mas usaram de todo minha força social, para se apropiarem dela. Um exemplo disso foi no SBT ontem, falando sobre os alimentos. Só tinham médicos. É por isso que eles queimam seu própio filme. Abraços para todos......Todos tem que receber salários dignos...
Rodrigo,
Você tocou em um assunto agora que me fez compreender sua posição...
Acho que você e eu usamos este espaço para "gritarmos"...
Agora, tudo ficou mais claro. São muitos os desrespeitos que vemos por aí... E muita discriminação, direcionada a vários grupos...
Aproveito para pedir desculpas a todos se me expressei mal, por deixar a emoção tomar conta de mim.
Agora que todos se entenderam, creio que é válido que falemos sobre esta questão colocada pelo Rodrigo, mas, de preferência, em outro lugar, para não misturarmos os assuntos.
Creio que nossa troca de idéias foi válida, pois chegamos a outras questões que ainda não foram debatidas, além de colocarmos para fora o que nos incomodava...
Aqui está a nova conversa: http://www.radarcultura.com.br/node/9264
Abraços a todos,
Carmem Carolina Rodrigues de Toledo
(Estudante de Graduação em Filosofia - USP)