Discurso e atitude!

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No auge dos meus 44 anos de idade, estou dando-me o direito de mandar para a PQP os "intelectuais e lideranças sociais" que só ficam no discurso da "revolução social" ou da "eterna queixa e insatisfação", mas que na hora do comprometimento, eu pergunto..onde estão?
Estes dias numa reunião de entidades sociais e outros movimentos para a preparação do nosso ano eleitoral, pedi lenceça e fiz o que queria:
Mandei para a PQP um líder comunitário que mais uma vez vinha com o seu longo discurso queixoso. Não tive dúvida e logo tomei a minha atitude:
"- Fulano de tal, você me dá licença, mas quero te mandar para a PQP junto com o seu discurso, porque é mais fácil te encontrar na beira de um bar "bebendo todas" do que te ver junto conosco fazendo enfrentamento e negociação! E ainda ameacei que se ele continuasse com aquele discurso (que todos já estavam "careca" de ouvir) estaria me retirando da reunião e convidei outros(as) colegas para fazer o mesmo. De 45 participantes, 26 se levantaram.
E aí, não teve jeito, o indivíduo ficou "caladinho" e assim demos prosseguimento de forma objetiva e concreta na organização das nossas ações concretas neste ano eleitoral.
Adoro um bom discurso e melhor ainda, quando ele vem inserido e comprometido com atitudes!
Longe de mim os pessimistas e queixosos, pois quem não participa e nem se envolve não tem direito de reclamar!
Se você é um desses, não tenho problema nenhum de te mandar também para a PQP!
Mas, se você é daqueles(as) que se envolve e se compromete, mesmo com todas as adversidades e desafios, saiba que você não está sozinho(a) neste sonho coletivo de uma sociedade melhor para todos .
Bons discursos e boas atitudes pra você!

O princípio de um revolucionário esta em sua condição de respeito social e na auto disciplina de controlar seus próprios impulsos.
Ser grande é ser um Dragão que o tempo todo passa por ratinhos sem sequer pisar em um.
O Dragão corrige o ambiente sem que seja percebido.
Todo o processo de integração não condiz com reações pois ação gera reação. Isso pouco muda, porque os exemplos só podem continuar quando estão no coletivo respeito.
Cada frequencia tem um motivo anterior por sua manisfetação atual.
Não posso curar um doente, dando -lhe choques com vacinas de dose bruta.
Na homeopatia, usamos gotinhas e globulos de açucar.

Guilherme Moraes dos Santos

Caro Colega,
Faço homeopatia a mais de trinta anos e sei muito bem o que vc está falando, mas acho uma infeliz comparação na questão das abordagens. Pois excesso de teoria e pessimismo para mim tem que ser cortado radicalmente, pois é uma doença social malígna e que mortifica a capacidade do indivíduo de enxergar o que se é possível mudar!
O câncer é extirpado e para mim estas atitudes são como cânceres que adoecem a sociedade e faz com que a mesma não seja transformada!
CelinatdmES

Dragões passam por ratos no anonimato. Eles modificam a forma de agir errada, dando o prêmio ao que aprendeu. quem aprendeu pensa que é dono da idéia. Até ser um dragão .

Guilherme Moraes dos Santos

Colega,
Vamos cair na real..me diga você tem algum envolvimento social? Você já conviveu com pessoas má intencionadas que vem um um discurso de contribuição social, mas na realidade querem mesmo se usufruir das mazelas e sofrimento do outro? Eu tenho um cargo de consultoria técnica e supervisão em entidades sociais e é muito comum depararmos com a "Pilantropia", isto é aqueles que se usufruem de uma boa intenção que são as entidades sociais para benefícios próprios e estes são os piores nos seus discursos e teorias. Outro exemplo: a guerra. Quem faz. são os grandes chefes e teóricos, enquanto o seu povo é destruído sem nenhuma compaixão.
Não me iludo com a nossa espécie humana. TRABALHO A FAVOR DELA, MAS SEN NENHUM ILUSÃO DE QUE TODOS SERÃO "BONZINHOS" E AMÁVEIS.
CelinatdmES

Celina, compreendi o que você quis dizer. Infelizmente, há muitas pessoas que, às vezes, temos vontade de mandar para esse lugar.
Estas pessoas às quais você se refere são aquelas que estão sempre fazendo discursos vazios e, quando são questionadas, andam em círculos e não respondem pergunta alguma. São aquelas que dizem "Vamos à luta!" e dormem o dia todo ou bebem cerveja até estourar com o dinheiro de quem acredita e investe nos "projetos" deles. Enfim, são aqueles grupinhos que existem em todos os lugares (principalmente universidades, não é mesmo?), que pregam igualdade, inclusão, etc., mas que estão sempre em rodinhas pelos corredores, dando risada e colocando apelidos idiotas naqueles que possuem real interesse pelos estudos e pelo que se passa à sua volta.
As pessoas que realmente fazem algo pelo mundo são os "gigantes" aos quais o Guilherme se refere. Ao invés de fazerem discursos vazios e se posicionarem como pseudo-líderes, colocam em prática aquilo que acham certo.

Realmente, é bom mudarmos este quadro.

Carmem Carolina Rodrigues de Toledo
(Estudante de Graduação em Filosofia - USP)

Cara Colega,
Muito boa a sua colocação!
Infelizemnte, temos pessoas com escolhas e interesses que contrapõe o bem comum e acredito eu que não é a ausência de instrução ou informação que levam estas pessoas a estas escolhas.( Aliás este é um bom tema que vcs filósofos tem mais preparo que nós para elaborar.)
Olha só os nossos políticos. Quantos nasceram em "berço esplendido" com formação e conhecimento de primeira classe e quantos desses agem sob o interesse de si ou de uma categoria (lobby's) com enriquecimento ilícito e manipulação dos bens públicos?

CelinatdmES

Eu fiz uma casa com menores de liberdade assitida e São Manuel- Sp
Trabalhei um ano com professor volutário na Febem BAuru - SP
Fui pesquisador nocentro de inteligencia do Polo Calçadista de Jaú - SP
Atuei como facilitador de saúde pública no Município de Igaraçu do Tietê ( os pacientes deste municipio atraves de contato com amigos médicos da unesp Botucatu tiveram a chance de serem atendidos e cadastrados em uma DIR que não fosse a sua.
Ajudamos no reflorestamento de uma área em BArra BOnita ( parque Orlando Quesino OMetto) projeto de estudo.
MOntamos o primeiro projeto de digestão de lixo no mundo.
Construi uma casa com troca de serviços sanitários para uma rede de supermercados . O trabalho valeu a compra de porta, e azuleijos. PAciente William Walace de Souza, nascido em 27/01/2006 em Igaraçu do Tietê.
Envolvemos diversos pacientes no unico programa de apoio e de tratamento totalemnte gratis aos portadores de hepatite C.
Sou escoteiro do grupo Cristo Rei base em Marília - SP
Faço catalogação de espécies em ameaça no estado.
Cultivo emSão MAnuel o caju de cerrado que sempre existiu aqui no interior do estado Sp e tenho mudas de gabiroba do campo. Diferente da gabiroba araça. Esta muito rara esta especie.
Temos um foco de atendimento gratuito em acumpuntura pelo apoio de uma grande amiga e irmã de Botucatu, DRa. Dóris MAria Bedoya Henao. A paciente Roberta Rienne não andava fazia dois anos por trauma psicológico e hoje pelo apoio de estimulos esta a caminhar com apoio de muletas.
Mergulho e fotografo a baia marinha de São Sebastião para manter informações sobre os possíveis impactos que podem ocorrer com a autorização do gasoduto no litoral norte. em duas audiências públicas a respeito fui um participante ativo para retardar a aporvaçao deste projeto.
Ofereço meus conhecimentos a todos que perguntarem sobre o que sei: resíduos industriais, comportamento animal e nomes de espécies.
E estou aqui pronto para te pedir desculpa por neste momento nao poder ser um dragão. Preciso de sua ajuda para novamente tentar mais uma vez. Alias o Dragão passa no jardim sem sequer tocar de forma pesada uma rosa do grande rosal.

Guilherme Moraes dos Santos

Estou na luta de conseguir aprovação para o funcionamento do digestor de lixo. MAs tenho que tocar nos comandantes de forma como eu penso e por isso vou devagar. Assim já recebi visita de Senador que aos poucos me libera um novo contato.
Quando se faz amizade com o outro, podemos devagar colocar nossa energia.

Guilherme Moraes dos Santos

Caro Colega,
Acho que você não está percebendo que já é um Dragão a muito tempo e oxalá que muitos teóricos e pessimistas pudessem ter o envolvimento que você relata e assim falarem com mais comprometimento. Não seje um "falso humilde" e assuma que as tuas expriências de vida te tornaram dragão e não tenha receio de perceber que tem pessoas que não querem sair da condição de ratos, pois não conseguem ver na dor do outro a possibilidade de construir relações fraternas, solidárias por um mundo melhor.
Acho que vou trazer você por aqui para algumas assessorias...topa?
CelinatdmES

Olhem, disso tudo aí eu entendi pouca coisa. Parece-me que só o Guilherme faz algumas coisas concretas, além de discursar. Falando nisso, para pessoas que dizem detestar discursos vazios vocês produzem uma impressionante quantidade deles. E o que mais impressiona é que são quase ininteligiveis, desarticulados, desconexos,e com erros de ortografia que beiram o ridículo. Uma exceção é o da Carmem, que se não é um monumento à nossa língua, é claro e se faz entender. E desse mal o Radar está bem servido!

Com todo prazer irei ter o maior gosto em ser seu amigo e ficarei feliz por poder contigo participar !!! Vc é de garra e tem uma forma de manisfetação forte.
Meu correio é : biologoguilherme@yahoo.com.br
Obrigado pela oportunidade de integraçao contigo. Estamos juntos nesta lapidação de ideais que podem melhorar o coletivo.

Guilherme Moraes dos Santos

VAleu Caetano !!! só uma curiosidade, por favor não leve a mal.
Eu conheci pessoalmente dona Rachel de Queiroz na minha época de tiro de guerra, e ela ao escrever tinha uma facilidade de naõ se preocupar com ortografia. Depois conheci uma moça, chamada. Olga, que ganha a vida sendo corretora de livro. nossa e como demora para revisar todo o material. O pessoal manda mesmo bastante erro. (ainda bem que vcs existem) porque meu negócio é biologia e conversa verbal.
Seria mesmo muito bom se a gente escreve-se de forma gramatical cm mais exatidão, o problema é que os dedos seguem o pensamento e assim fica mais facil escrever. Eu confesso que se for para para corrigir gramática na empolgação, não faria nenhum texto. Ei esfrio rápido quando minhas mãos estã paradas.
Mas eu tenho seguido seu conselho e já peguei para ler um livro de redação e estilo do Estadão.

Guilherme Moraes dos Santos

Guilherme, não pretendo ser o chato do Radar, não mesmo! Reclamo porque quero entender o "recado que estão mandando" e frequentemente o texto passa-nos uma rasteira. Em mim (o leitor) que não posso entender e em você (autor) que perde uma chance de passar adiante a idéia. E, acredite, muitas idéias ótimas perderam-se assim.
Não é (nem poderia ser) pretensão minha que nos tornemos beletristas ou gramáticos. Creio que nossa função esteja mais para "meter a faca na ferida", mais que qualquer outra coisa. E quanto mais claros forem nossos textos maior será o alcance e a precisão da "facada". É isso aí.
E por último mas não sem importância, a Rachel. Grato pelo dado biográfico que eu desconhecia, é bom saber essas coisas que humanizam uma figura que já caminha para a lenda. E quando conheceu-a no Tiro de Guerra não foi por servirem juntos, foi? Háháháhá.
Em tempo! Parabens pelo "fairplay"! Ele passa uma ótima idéia sobre sua personalidade e caráter.

Celina, infelizmente, estas pessoas que citei - e que você também deve conhecer - são aquelas que, algum tempo depois, candidatam-se a cargos públicos e, quando estão seguras em seus cargos, mudam de posição: temos vários exemplos disso. Inclusive, temos vários "ex-presidentes" da UNE, que, agora, são contra todo e qualquer movimento estudantil - aliás, sequer dá as caras quando ocorre algo no interior da universidade.
E é fácil reconhecer estes falsos revolucionários: são posudos, dizem-se atuantes no movimento estudantil, olham para todos de cima para baixo e não sabem andar se não for em grupinhos (assim, sentem-se mais seguros). Vivem a dar apelidos a quem não toma cerveja com eles. Eu mesma sou conhecida como uma delas: "Burguesa", "Miss FFLCH", "Boneca"... Acontece que eu não tenho nada de burguesa, enquanto eles - quando não chegam na faculdade com seus carros importados - vivem gastando dinheiro em cerveja, cigarros e "outras coisinhas". Todos que discordam deles são "seus inimigos", são "representantes da burguesia". Será que eles sabem o que é burguesia? Além disso, como eles podem ser tão engajados como dizem, se nunca ajudam ninguém e chegam a observar características físicas para pôr apelidos vazios como os citados acima? É triste... Ah! E entra gestão, sai gestão, e eles continuam na universidade, no mesmo grupinho, com as mesmas babaquices e futilidades... Escondendo seus próprios complexos de inferioridade e sua própria burrice através desses discursos vazios...

Acredito que boa parte das pessoas que conheci aqui no Radar Cultura não são assim: percebi muita atitude e vontade de mudar o mundo (dizem ser impossível, mas são as pessoas consideradas loucas que conseguem fazê-lo).

Carmem Carolina Rodrigues de Toledo
(Estudante de Graduação em Filosofia - USP)

Primeiramente peço desculpas a todos pelo meu português ruim.
Muitas vezes Caetano, vejo intelectuais que escrevem maravilhosamente bem, porém, não entendo "bulhufas" sobre o que estão realmente querendo dizer. Eu tenho péssimos erros em concordância ao escrever, e, muitas vezes não sei nem se a palavra que estou escrevendo está correta. Não descarto a importancia de escrever corretamente, mas, isso não me impede de me comunicar. Tenho uma admiração desde já por você, pelas suas palavras, por suas críticas muito bem fundamentadas. Precisamos de pesoas como você. Concordo que falte clareza em alguns posts enviados para o radar, mas a maioria eu consigo entende-los em sua essência. Por isso, concordo também com o Guilherme quando se refere a correção do que se escreve. Se eu me preocupar demais com a forma não consigo transmitir de fato o conteúdo.
Veja a Carmem, que escreve maravilhosamente bem e com um brilho que não ofusca o entendimento dos mais simples. Isso Tambem concordo com você.
Mas agradeço a todos por tocarem neste assunto, pois a comunicação e seus conteúdos divergentes é o que colabora para o enriquecimento da nossa lingua e de nossas idéias.
Confesso que, por muitas vezes, tenho vergonha de ler o que escreví, mas, isso não me inpede de expressar o que eu penso. E acredito na simplicidade como caminho para o foratalecimento das bases de uma relação.
Celina,
Entendo que as vezes temos vontade de mandar todos pra PQP. Também tenho. Mas já tive prejuízos com atitudes assim. Não deixo de parabenizá-la por sua atitude, mas concordo com o Guilherme em realizar a vida sem muitos alardes.Tô cansado de ver gente que quer mostar o que faz esperando a admiração dos outros.
Conhe;o muita gente que faz a vida acontecer, agindo feito querubins invisíveis, transformando a vida e deixando-as mais humanas.
Náo participo de grandes movimentos (e não acho interesante ser assim) porque tento movimentar o que está próximo de mim. Gostaria de ser mais ativo e não ficar aqui no blá,blá,blá... Mas acredito no girar desta grande corrente que estamos movimentando com essa troca de idéias. Tenha certeza que tem me feito pensar muito a respeito do mundo ouvindo e escutando todos os companheiros do radar cultura. Me faz pensar muito sobre o que devo fazer e com quem contar.
Acredito que não só melhorar a vida de uma sociedade, mas também, melhorar a vida do Ser Humano. E agradeço profundamente a colaboração de todos vocês na minha vida. Estou tentando fazer o melhor possível.
Peço mais uma vez desculpas se escrevo mal... estou tentando também
Muita Paz para todos
Carlos Alberto Vergalim
violeiro

Carlos,
você não escreve mal. Todos nós já erramos o português algum dia.
Você e o Guilherme se fazem entender muito bem, mesmo que errem uma concordância ou outra, uma palavra ou outra.
E é por isso que eu valorizo todos vocês. Porque vocês, independente da forma, escrevem bem , não pela gramática, mas porque não escrevem besteira.
E o mais importante: vocês aceitam críticas construtivas e sabem debater.
As pessoas que mencionei nos comentários anteriores (dêem uma olhada) sabem escrever muito bem gramaticalmente. Porém, não dizem nada. Apenas repetem clichês e não colocam nada em prática. Quando questionados, não sabem responder o porquê de seus pensamentos. Resolvem tudo chamando os outros de burgueses, etc. E ainda cobram que participemos de suas reuniões - onde eles falam o que interessa a eles e ainda fazem pouco caso de quem pensa diferente.
Eu mesma já tentei me comunicar com estes grupos por e-mail, dizendo que compartilhava de seus anseios, que não podia participar presencialmente das reuniões por uma questão de horário, mas que tinha sugestões a dar. Mas não recebi resposta até hoje.
Então, tento fazer, como posso, o que você diz: "tento movimentar o que está próximo de mim". E acho que estou conseguindo, devagar, mas estou conseguindo.
Por isso, continuemos a "discursar", pois nós sabemos fazer isso muito bem, independente de nossa escolaridade, de nosso português bom ou ruim (não somos "cri-cris", não é, Carlos?). E o mais importante: nossos discursos não são vazios: são carregados de atitude e de exemplos.
Muito obrigada pelas palavras a respeito de minha escrita.
Adoro conversar com vocês (e vocês sabem disso, pois já enviei e-mails a cada um dizendo isso).

Carmem Carolina Rodrigues de Toledo
(Estudante de Graduação em Filosofia - USP)

Carmem, Carlos e Guilherme,
Vocês ecrevendo bem ou ruim a nível de concordância verbal e gramatical , é uma satisfaçâo enorme receber comentários de vocês! Sinto que estamos construindo uma rede de troca de experiências; além da riqueza dos nossos pensamentos, "discursos" diferenciados, mas com um único desejo: promover uma sociedade com mais qualidade e equidade!
CelinatdmES

E digo uma coisa: ainda vamos conseguir. Sabe por quê? Porque temos objetivos na vida. E um deles é divulgar aquilo que sabemos aos demais, nunca deixando de aprender. Sabemos aceitar críticas; sabemos ouvir.
As melhorias são conseguidas através de pensamentos que, inicialmente, são considerados utopias, mas que, quando se tornam realidade, são concretos, são sólidos, pois soubemos construir a base.

Carmem Carolina Rodrigues de Toledo
(Estudante de Graduação em Filosofia - USP)

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