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No Anhangabaú, 24 horas ininterruptas de música instrumental

Quem passou pelo Vale do Anhangabaú durante a Virada Cultural curtiu 24 horas ininterruptas de música instrumental. Durante todo o evento, quase cem músicos se revezaram no palco montado no Boulevard São João. O repertório foi variado. O público pode conferir músicas que passaram do samba ao blues. A cada tema executado, os músicos se revezavam, mas os instrumentos não pararam nunca.

Entre os profissionais que se apresentaram no palco houve nomes como Oswaldinho do Acordeon, o guitarrista Tomati e o trompetista Bocato. Você pode assistir a um trecho desse show no boletim RadarCultura transmitido às 18h pela TV Cultura e agora disponível no YouTube.

Entrevista exclusiva: Paulo Vanzolini e Germano Mathias

No palco dos eruditos, a poesia da malandragem. Na tarde deste domingo, grandes sambistas se reuniram no Teatro Municipal para uma releitura de Onze Sambas e uma Capoeira, primeiro álbum de Paulo Vanzolini gravado em 1967. Cristina Buarque, Carlinhos Vergueiro, Claudia Morena, Ana Bernardo, Germano Mathias e o próprio Vanzolini cantaram as principais faixas do disco, entre elas “Ronda” e “Volta por Cima”.

Antes do show, o repórter Sérgio Ribeiro entrevistou para a Rádio Cultura AM (1200 kHz) os veteranos do grupo. Vanzolini, com 64 anos, Germano Mathias, 74, falaram sobre seus sucessos de público que nunca que lhe renderam dinheiro. Germano Mathias, com seu bom humor inconfundível, disse que “esse negócio de direitos autorais é entrada franca e saída bangu”. Conta que somente com o samba “Guarda a sandália dela” conseguiu bons “dividendos”.

Para finalizar a entrevista, o sambista dá uma canjinha e canta, fazendo coro com sua própria gravação, Pano Legal, samba de Billy Blanco gravado por Mathias no início da década de 60.

Ouça a íntegra da entrevista e assista a um trecho do show no boletim RadarCultura transmitido às 16h pela TV Cultura e agora disponível no YouTube.

Teatro Mágico apresenta um "grande sarau" para 40 mil

Teatro Mágico reuniu 40 mil pessoas na manhã de hoje para assistir ao espetáculo "Entrada para Raros". O show aconteceu no palco da São João, um dos principais da Virada. Num "grande sarau", como define Fernando Anitelli, idealizador do grupo, o show reuniu música popular, erudita, poesia, artes circenses.

Anitelli  é um defensor da arte e cultura livre. O Teatro Mágico usa a rede para distribuir gratuitamente suas músicas e articular saraus on-line por uma comunidade que já tem mais de 60 mil membros. O boca-boca e a divulgação feita na internet levou o grupo a vendar mais de 50 mil cópias do álbum “Teatro Mágico – entrada para Raros” que só podem ser comprados nas “lojinhas” montadas durante as apresentações, vendidos a R$ 5,00. Para aqueles que não podem pagar, Anitelli estimula a cópia.

Acompanhe um trecho da apresentação pelo boletim do RadarCultura e alguns depoimentos de nossos repórteres-cidadãos.

Contato de lan-houses na região central de São Paulo

A pedido dos correspondentes do RadarCultura que estão cobrindo a Virada Cultural, listamos algumas lan-houses no centro da cidade. São elas:

ServiceWeb – Avenida Rio Branco, 327, tel. 3221.2409 - aberta até as 18h de domingo

Lan.Com – Rua Aurora, 613, tel. 3338.2283 aberta até às 03h

Não conseguimos confirmar se essas abaixo estarão abertas durante a madrugada de sábado(26/04) e no domingo (27/04), mas vale a pena conferir: 

Cofee & Book – Praça da Sé, 423, tel. 3104.5313

Inter Vip Net – Avenida Ipiranga, 1147, cj. 61, tel. 3315.8493

Inter Vip Net – Largo Paissandu, 132, cj. 21ª, tel. 3333.6283

Paul`s Net Café – Praça da República, 80, cj.408, tel. 3257.9756 

Quem descobrir outros locais que possam servir de apoio para os correspondentes publicarem seu material no RadarCultura, envie para a gente para alo@radarcultura.com.br

RadarCultura recruta voluntários para publicar gravações no site

A cada minuto um repórter-cidadão grava uma mensagem para o
RadarCultura. O sucesso da nossa cobertura colaborativa ultrapassou nossas
expectativas. A equipe do Radar não está conseguindo publicar todas as
mensagens que estão chegando, já são mais de 500. Por isso, estamos recrutando
voluntários que queiram se juntar a nós nesta empreitada. Os interessados devem
mandar uma mensagem para alo@radarcultura.com.br.

Estudantes estão nas ruas realizando cobertura multimídia

Mais de 50 estudantes de comunicação estão nas ruas de São Paulo participando da cobertura colaborativa do RadarCultura. Na tarde de hoje, os alunos se reuniram voluntariamente para participar de uma grande reunião de pauta. Após apresentarem suas propostas, organizaram-se em duplas e trios. Com câmeras de fotografia, filmadoras, gravadores e celulares se lançaram a cobertura jornalística da Virada Cultural. Todos receberam camisetas de identificação como "correspondentes" do Radar.

Os estudantes têm dois desafios: cobrir o factual gravando flashes pelo telefone (11) 3711-5711 e consolidar o material captado e apurado ao longo destas 24 horas em reportagens. O material em áudio, texto, vídeo ou foto já está sendo publicado no site do Radar.

Ao final da Virada os estudantes vão produzir coletivamente dois especiais multimídia: um sobre as políticas culturais na cidade de São Paulo, fazendo o balanço da Virada, e outro sobre a cobertura colaborativa.

Participe você também. Gave sua mensagem, publique seu vídeo, texto ou foto.

Acompanhe ao vivo os shows do Teatro Municipal

A Rádio Cultura AM (1200 kHz) transmite ao vivo quatro shows direto do Teatro Municipal. Luiz Melodia, às 6 da tarde deste sábado, será o primeiro. Depois, Sá Rodrix e Guarabyra entram no palco à meia-noite.
Ao meio-dia do domingo, a transmnissão registra o reencontro de Eduardo
Gudin, Márcia e Paulo César Pinheiro. Por último, às 6 da tarde, Jair
Rodrigues, Fabiana Cozza e Zimbo Trio,  fecham os shows da Virada
Cultural no Teatro Municipal, Confira.

Show Luiz Melodia já vai começar

Mais de mil pessoas estão na fila em frente ao Teatro Municipal a espera do show de Luiz Melodia. Só 1500 pessoas poderão acompanhar a apresentação. Lembrando, se você for para assistir ao próximo show que é do Naná Vasconcelos, você não poderá entrar e ficar dentro do Teatro esperando. Ao final do show de Luiz Melodia todos devem sair do teatro para a entrada de quem vai ver o show do Naná Vasconcelos.

O que diferencia o jornalista, o estudante e o repórter cidadão?

Na noite da última quinta-feria, 26 estudantes lotaram o espaço Aloysio Biondi, do centro de Imprensa/Redação-Escola da Oboré, para saber mais sobre a proposta do RadarCultura na Virada Cultural, evento que vai tomar as ruas de São Paulo nos próximos dias. Segundo Sérgio Gomes, diretor da Oboré, a reunião concretizou um dos principais propósitos da instituição: promover encontro de estudantes e jornalistas que se organizam voluntariamente para debater e refletir sobre o fazer jornalístico. Algo raro nas escolas e nas redações.

O que aconteceu ali também está nos objetivos do RadarCultura: ser um ambiente de convergência de interesses, de debates, reflexões, entre os cidadãos e a equipe da Fundação Padre Anchieta (jornalistas, produtores, artistas). Ser um laboratório para experimentar diferentes formas de produzir, organizar e processar informação.

Os alunos da Cásper Líbero, Mackenzie, USP, PUC, Uninove, UnicSul, FapCom, Unip, Anhembi-Morumbi, Rio Branco e Metodista dispuseram-se a integrar a primeira experiência de cobertura colaborativa do RadarCultura. Poucos se conheciam, mas todos compartilham de um interesse comum: o desejo de se tornar repórter. Alguns vão se deparar com esse desafio pela primeira vez. Justo no momento em que nós, do RadarCultura, estamos recrutando cidadãos, todos potenciais repórteres.

Com uma câmera ou um celular na mão, um gravador, ou mesmo um orelhão, qualquer um pode produzir notícia. E reproduzi-la. Num blog particular, no G1, no iG, no UOL, até na CNN. E aqui, neste site. E então, perguntamos: quem é este sujeito que abandona o status de mero espectador para se juntar ao time de jornalistas profissionais? E o que o diferencia de um estudante de comunicação e de um jornalista profissional? Estas categorias têm de receber tratamento diferenciado em relação ao acesso a fontes e informações?

Não há uma resposta precisa. Por isso, propomos que a cobertura da Virada Cultural sirva como uma grande experiência piloto, na qual nos expomos aos riscos de não submeter o conteúdo produzido por todos, ou qualquer um, a um processo de edição e hierarquização. Talvez tenhamos que repensar essa metodologia. A resposta ao RadarCultura quem vai dar é você, leitor, jornalista ou estudante.

Reunião de pauta, sábado, às 14h30

A equipe de repórteres cidadãos do RadarCultura está crescendo. Mais de 40 estudantes de diversas faculdades de comunicação da grande São Paulo já se apresentaram interessados em sair às ruas para cobrir, de forma colaborativa, o maior evento cultural que tomará conta de São Paulo nesse fim de semana. Muitos estiveram presentes nas reuniões promovidas pelo RadarCultura na última quinta-feira, respondendo a convocação realizada por nós com o apoio das coordenadorias de comunicação das faculdades e da Oboré – entidade que promove o curso de complementação universitária "Repórter do Futuro". Eles se somam aos cem cidadãos-repórteres que já se cadastraram em nosso site.

Nossos correspondentes vão trabalhar com dois objetivos: realizar a cobertura factual utilizando o telefone (11) 3711-5711 para gravar flashes que vão ao ar no site e na Rádio Cultura AM 1200 (kHz) e produzir reportagens em áudio, vídeo e texto a partir da apuração e captação de material ao longo das 24 horas da Virada. Todo o conteúdo será publicado aqui no RadarCultura.

No sábado, 26, vamos realizar uma grande reunião de pauta para compartilhar os interesses e organizar a cobertura. O encontro será na sede da Oboré, que fica na Rego de Freitas, 454, Vila Buarque. Traga suas idéias e venha se juntar a nossa equipe.

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