A obra de Pedro Caetano

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Do acervo da Radio Cultura

Ana De Hollanda - Engomadinho (2001)
Pedro Caetano / Claudionor Cruz
Aracy De Almeida - Engomadinho (1942)
Pedro Caetano / Claudionor Cruz
Carlos Galhardo - Ai De Mim Se Não Voltasses (1942)
Pedro Caetano / Alcir Pires Vermelho
Célia - O Que Se Leva Dessa Vida (1977)
Pedro Caetano
Célia - Onde Estão Os Tamborins? (1975)
Pedro Caetano
Cyro Monteiro - Botões De Laranjeira (1942)
Pedro Caetano
Cyro Monteiro - Malandro Bamba (1962)
Pedro Caetano
Eliete Negreiros - A Felicidade Perdeu Meu Endereço (1982)
Pedro Caetano / Claudionor Cruz
Elis Regina - é Com Esse Que Eu Vou (1973)
Pedro Caetano
Elis Regina - é Com Esse Que Eu Vou (1973)
Pedro Caetano
Francisco Alves - Eu Brinco (c) (1943)
Pedro Caetano / Claudionor Cruz
Joel E Gaúcho - Foi Uma Pedra Que Rolou (1940)
Pedro Caetano
Lúcio Alves - Nova Ilusão (1952)
Pedro Caetano / Claudionor Cruz
Noite Ilustrada - Botões De Laranjeira (1962)
Pedro Caetano
Orlando Silva - A Felicidade Perdeu Seu Endereço (1940)
Pedro Caetano / Claudionor Cruz
Paulinho Da Viola - Nova Ilusão (1976)
Pedro Caetano / Claudionor Cruz
Pedro Paulo Malta - Foi Uma Pedra Que Rolou (2004)
Pedro Caetano
Sílvio Caldas - Foi Uma Pedra Que Rolou (1958)
Pedro Caetano

Tirado de um saite
Pedro Caetano
1/2/1911 27/7/1992

Biografia
Embora tenha nascido na pequena Bananal, em São Paulo, aos nove anos o compositor (e comerciante de calçados) Pedro Caetano mudou-se para o Rio de Janeiro. E já nesta época estudava piano. Seu primeiro samba de projeção, "Foi uma Pedra que Rolou", foi lançado em 1934 por Silvio Caldas, no Programa Casé, mas só gravado seis anos depois por Joel e Gaúcho. Mas o primeiro sucesso foi a valsa "Caprichos do Destino", com Claudionor Cruz, seu parceiro mais constante, gravada em 1938 por Orlando Silva. A partir daí foi gravado pelos intérpretes de maior prestígio da Era do Rádio, como Cyro Monteiro (o choro "Botões de Laranjeira" e o samba "O Que Se Leva Desta Vida"), Aracy de Almeida (o samba "Engomadinho", com Claudionor Cruz), Francisco Alves (o samba "Sandália de Prata", parceria com Alcyr Pires Vermelho e a marchinha "Eu Brinco (Com Pandeiro ou Sem Pandeiro)", com grande sucesso no carnaval de 44), Quatro Ases e um Curinga (o samba "Onde Estão os Tamborins?" e "É com Esse que Eu Vou", êxitos carnavalescos, respectivamente, de 47 e 48), Gilberto Alves (a valsa "A Dama de Vermelho", com Alcyr Pires Vermelho). Nos anos 60, obteve alguma repercussão, também no carnaval, com marchinhas de sátira política, como "Todo Mundo Enche" (com Alexandre Dias Filho) e "Jambete Sensação" (com Claudionor Cruz). Além dos parceiros citados, Pedro teve ainda o privilégio de dividir a autoria de suas músicas com Pixinguinha, Noel Rosa e Valfrido Silva. Aos 64 anos, gravou na RCA Victor um LP, cantando suas músicas. E em 1984 publicou o livro "Meio Século de Música Popular Brasileira — O que Fiz". A partir dos anos 70, algumas de suas músicas tiveram releituras célebres por Elis Regina, Elza Soares e Beth Carvalho.

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